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A queda da publicidade xx

LT010135
2003
Al Ries

Autores Laura Ries
Editora Editorial Notícias
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Código
  • LT010135
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 254

Descrição

A Queda da Publicidade e a ascensão das relações públicas

O que é que a Zara, a PlayStation, o Viagra, a Amazon e o Google têm em comum? Uma boa rede de relações públicas e nenhuma publicidade directa. «PR» diz-se em língua inglesa. Tornou-se uma sigla fulcral no mundo dos negócios: pelo «public relations» pode passar, não apenas a venda de um produto, mas a imposição de uma marca. É, pelo menos, o ponto de vista radical deste livro que avança com alguns exemplos célebres: Starbucks, Playstation, Zara, The Body Shop, Viagra, Amazon. Para Al e Laura Ries, a publicidade carece de credibilidade e a táctica do bing bang, com a promoção brusca e agressiva, deverá ser abandonada. Em favor de quê? Do lento e metódico trabalho de Relações Públicas. Dito de outro modo: a publicidade pode e deve ser usada para a manutenção de uma marca, mas quem a impõe são as relações públicas.

A queda da publicidade xx

€12

LT010135
2003
Al Ries
Autores Laura Ries
Editora Editorial Notícias
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Código
  • LT010135
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 254
Descrição

A Queda da Publicidade e a ascensão das relações públicas

O que é que a Zara, a PlayStation, o Viagra, a Amazon e o Google têm em comum? Uma boa rede de relações públicas e nenhuma publicidade directa. «PR» diz-se em língua inglesa. Tornou-se uma sigla fulcral no mundo dos negócios: pelo «public relations» pode passar, não apenas a venda de um produto, mas a imposição de uma marca. É, pelo menos, o ponto de vista radical deste livro que avança com alguns exemplos célebres: Starbucks, Playstation, Zara, The Body Shop, Viagra, Amazon. Para Al e Laura Ries, a publicidade carece de credibilidade e a táctica do bing bang, com a promoção brusca e agressiva, deverá ser abandonada. Em favor de quê? Do lento e metódico trabalho de Relações Públicas. Dito de outro modo: a publicidade pode e deve ser usada para a manutenção de uma marca, mas quem a impõe são as relações públicas.