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O Pós-Comunismo

LT012938
2001
Richard Sakwa

Editora Piaget Ed.
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€6
Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Código
  • LT012938
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 203

Descrição

Se o pós-comunismo é obviamente aquilo que sucede ao comunismo, o que virá depois do pós-comunismo continua a ser um mistério. Por quanto tempo ainda continuarão os antigos países comunistas a ser classificados como sociedades em transição? Haverá uma altura em que poderemos dizer que o pós-comunismo, enquanto movimento, terminou: as sociedades em questão terão economias de mercado que funcionarão melhor ou pior, os seus sistemas políticos deixarão de ter o comunismo como ponto de referência e o seu lugar no sistema internacional já não será determinado pelo passado e pelas tentativas de o ultrapassas. Os destinos dos países pós-comunistas serão, sem dúvida, muito diferentes uns dos outros. Mas, enquanto ideal, será bastante mais difícil determinar o ponto exacto que assinalará o fim do pós-comunismo. Não é muito provável que as «lições da história» venham a ser seguidas: como Mattick observa, são normalmente esquecidas pelas novas gerações, «que, quase sempre, se limitam a repetir, de uma forma insolente e com menos sofisticação, os erros comprovados do passado». No entanto, o pós-comunismo não é apenas um fenómeno negativo, abrindo mesmo perspectivas de renovação social e política. E é esse desafio de renovação que ele nos lança que temos de entender e aceitar. Só quando deixar de existir a tentativa de aprender com a experiência do comunismo e da sua superação poderemos dizer que o pós-comunismo acabou.

O Pós-Comunismo

€6

LT012938
2001
Richard Sakwa
Editora Piaget Ed.
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Código
  • LT012938
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 203
Descrição

Se o pós-comunismo é obviamente aquilo que sucede ao comunismo, o que virá depois do pós-comunismo continua a ser um mistério. Por quanto tempo ainda continuarão os antigos países comunistas a ser classificados como sociedades em transição? Haverá uma altura em que poderemos dizer que o pós-comunismo, enquanto movimento, terminou: as sociedades em questão terão economias de mercado que funcionarão melhor ou pior, os seus sistemas políticos deixarão de ter o comunismo como ponto de referência e o seu lugar no sistema internacional já não será determinado pelo passado e pelas tentativas de o ultrapassas. Os destinos dos países pós-comunistas serão, sem dúvida, muito diferentes uns dos outros. Mas, enquanto ideal, será bastante mais difícil determinar o ponto exacto que assinalará o fim do pós-comunismo. Não é muito provável que as «lições da história» venham a ser seguidas: como Mattick observa, são normalmente esquecidas pelas novas gerações, «que, quase sempre, se limitam a repetir, de uma forma insolente e com menos sofisticação, os erros comprovados do passado». No entanto, o pós-comunismo não é apenas um fenómeno negativo, abrindo mesmo perspectivas de renovação social e política. E é esse desafio de renovação que ele nos lança que temos de entender e aceitar. Só quando deixar de existir a tentativa de aprender com a experiência do comunismo e da sua superação poderemos dizer que o pós-comunismo acabou.