Poucos livros de estreia terão surgido na nova literatura portuguesa com a força e a maturidade deste «A Casa do Fim». Histórias breves, em que perpassa sempre um halo de fantástico, nelas se inscreve a relação mágica e telúrica que o homem mantém com o desconhecido, tendo como pano de fundo um mundo fechado, insólito e rural.... José Riço Direitinho nasceu em Lisboa, em 1965. Começou a escrever ficção ainda adolescente, e a publicar pequenas histórias no suplemento «Jovem» do Diário de Notícias. Estreou-se nos livros em 1992 com a publicação de A Casa do Fim (uma coletânea de contos), a que se seguiram os romances Breviário das Más Inclinações (1994) e O Relógio do Cárcere (1997). Entretanto, foi engenheiro agrónomo, tradutor e crítico de vinhos (Visão, Ler e O Independente).
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Poucos livros de estreia terão surgido na nova literatura portuguesa com a força e a maturidade deste «A Casa do Fim». Histórias breves, em que perpassa sempre um halo de fantástico, nelas se inscreve a relação mágica e telúrica que o homem mantém com o desconhecido, tendo como pano de fundo um mundo fechado, insólito e rural.... José Riço Direitinho nasceu em Lisboa, em 1965. Começou a escrever ficção ainda adolescente, e a publicar pequenas histórias no suplemento «Jovem» do Diário de Notícias. Estreou-se nos livros em 1992 com a publicação de A Casa do Fim (uma coletânea de contos), a que se seguiram os romances Breviário das Más Inclinações (1994) e O Relógio do Cárcere (1997). Entretanto, foi engenheiro agrónomo, tradutor e crítico de vinhos (Visão, Ler e O Independente).