Com dedicatória da autora ao poeta Aguinaldo Fonseca
A casa dos mastros: contos caboverdianos
«Destino: entre o amor e a morte, só a diáspora persiste. Mas se a diáspora existe, o amor é, então, mais forte: tem-se saudades da terra e da mãe. Se a terra é madrasta e a morte levou a mãe, só resta a memória de um pai castrador: casa dos mastros (monárquica, republicana), poder paternal. Mulheres à deriva, perdidas, insuladas, buscando o amor. Homens, seus iguais. Há muitas solidões e desencontros no arquipélago da vida. Há uma ilha dentro de nós, nas ilhas da diáspora, nas ilhas. Rodrigo, Violete, Jack, Tosca, Aninhas, Laura, Maira: gente desafortunada!» Pires Laranjeira
Escritora e contista cabo-verdiana, Orlanda Amarílis é autora de Cais do Sodré Té Salamansa (1974), obra renovadora da ficção cabo-verdiana. Destacou-se sobretudo como contista e autora de livros para crianças, género no qual se iniciou com Folha a Folha (1987), em co-autoria com Maria Alberta Menéres. Escreveu ainda Facécias e Peripécias (1990) e A Tartaruguinha (1997).
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Com dedicatória da autora ao poeta Aguinaldo Fonseca
A casa dos mastros: contos caboverdianos
«Destino: entre o amor e a morte, só a diáspora persiste. Mas se a diáspora existe, o amor é, então, mais forte: tem-se saudades da terra e da mãe. Se a terra é madrasta e a morte levou a mãe, só resta a memória de um pai castrador: casa dos mastros (monárquica, republicana), poder paternal. Mulheres à deriva, perdidas, insuladas, buscando o amor. Homens, seus iguais. Há muitas solidões e desencontros no arquipélago da vida. Há uma ilha dentro de nós, nas ilhas da diáspora, nas ilhas. Rodrigo, Violete, Jack, Tosca, Aninhas, Laura, Maira: gente desafortunada!» Pires Laranjeira
Escritora e contista cabo-verdiana, Orlanda Amarílis é autora de Cais do Sodré Té Salamansa (1974), obra renovadora da ficção cabo-verdiana. Destacou-se sobretudo como contista e autora de livros para crianças, género no qual se iniciou com Folha a Folha (1987), em co-autoria com Maria Alberta Menéres. Escreveu ainda Facécias e Peripécias (1990) e A Tartaruguinha (1997).