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A conquista do inútil xx

LT013435
2017
Werner Herzog

Editora Tinta da China
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Indisponível

€13
Mais detalhes
  • Ano
  • 2017
  • Tradutor
  • Manuela Ribeiro Sanches
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013435
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 349

Descrição

Entre 1979 e 1981, Werner Herzog passou longas temporadas na Amazónia, devido a Fitzcarraldo, um grandioso projecto cinematográfico: contar a vida do barão da borracha Carlos Fermín Fitzcarrald, que ousara transportar um navio através de um istmo na Amazónia. Herzog inspirou-se nessa figura histórica para expor quer o delírio da selva quer o absurdo do desejo de controlar a natureza, ficcionando também o sonho de levar a ópera ao coração das trevas, inspirando-se, para o efeito, na ópera de Manaus. A viagem descrita neste livro assume as mais variadas formas: desde a deslocação física por geografias e latitudes mais ou menos distantes — Estados Unidos, Peru, Brasil, Alemanha —, recorrendo a transportes diversos, da lancha ou do navio de Fitzcarraldo ao avião apinhado, por entre aterragens arriscadas, paisagens sublimes e vistas do topo do mundo, à imagem onírica de um avião a despenhar-se contra os arranha-céus nova -iorquinos, da moto à jangada por estradas esburacadas ou rápidos furiosos, face a uma humanidade impotente perante uma natureza agressiva e a luxúria da selva, quase sempre obscena.

A conquista do inútil xx

€13

LT013435
2017
Werner Herzog
Editora Tinta da China
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2017
  • Tradutor
  • Manuela Ribeiro Sanches
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT013435
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 349
Descrição

Entre 1979 e 1981, Werner Herzog passou longas temporadas na Amazónia, devido a Fitzcarraldo, um grandioso projecto cinematográfico: contar a vida do barão da borracha Carlos Fermín Fitzcarrald, que ousara transportar um navio através de um istmo na Amazónia. Herzog inspirou-se nessa figura histórica para expor quer o delírio da selva quer o absurdo do desejo de controlar a natureza, ficcionando também o sonho de levar a ópera ao coração das trevas, inspirando-se, para o efeito, na ópera de Manaus. A viagem descrita neste livro assume as mais variadas formas: desde a deslocação física por geografias e latitudes mais ou menos distantes — Estados Unidos, Peru, Brasil, Alemanha —, recorrendo a transportes diversos, da lancha ou do navio de Fitzcarraldo ao avião apinhado, por entre aterragens arriscadas, paisagens sublimes e vistas do topo do mundo, à imagem onírica de um avião a despenhar-se contra os arranha-céus nova -iorquinos, da moto à jangada por estradas esburacadas ou rápidos furiosos, face a uma humanidade impotente perante uma natureza agressiva e a luxúria da selva, quase sempre obscena.