«A ideia de A Galxmente é simples. Num futuro mais ou menos longínquo há duas espécies de pessoas: as feitas de carne e osso, prisioneiras dos seus corpos, sujeitas à mortalidade dos seres biológicos, e os "padrões", individualidades virtuais criadas nos circuitos electrónicos de uma mente planetária por sobreposição de características básicas, que procuram mostrar-se dignas para serem incorporadas na matriz, enriquecendo com a sua experiência e características próprias a personalidade múltipla mas única da Galxmente. Estes padrões podem encarnar em corpos, humanos ou não, fabricados especialmente para o efeito, mas não ficam presos deles: têm a capacidade de se transferir instantaneamente para a rede, para outro corpo ou para qualquer sistema cibernético, graças a um chip que é implantado nos cérebros. Assim, os padrões são potencialmente imortais. E, por isso mesmo, têm um fascínio mórbido pela morte.» in http://e-nigma.com.pt/criticas/cidadecarne.html
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«A ideia de A Galxmente é simples. Num futuro mais ou menos longínquo há duas espécies de pessoas: as feitas de carne e osso, prisioneiras dos seus corpos, sujeitas à mortalidade dos seres biológicos, e os "padrões", individualidades virtuais criadas nos circuitos electrónicos de uma mente planetária por sobreposição de características básicas, que procuram mostrar-se dignas para serem incorporadas na matriz, enriquecendo com a sua experiência e características próprias a personalidade múltipla mas única da Galxmente. Estes padrões podem encarnar em corpos, humanos ou não, fabricados especialmente para o efeito, mas não ficam presos deles: têm a capacidade de se transferir instantaneamente para a rede, para outro corpo ou para qualquer sistema cibernético, graças a um chip que é implantado nos cérebros. Assim, os padrões são potencialmente imortais. E, por isso mesmo, têm um fascínio mórbido pela morte.» in http://e-nigma.com.pt/criticas/cidadecarne.html