Pode a fotografia ser um género literário, a par da poesia, do conto, da escritura notarial e do sermão? Depois da leitura de "A Ilustre Máquina de Ramires", a resposta é obviamente sim. Este livro, que inaugurou esse género literário há onze anos atrás, é agora reeditado em versão panorâmica, porque os tempos são outros, as técnicas evoluíram e as mentalidades não sofreram qualquer adiantamento. Estas páginas pretendem tão só que uma palavra valha mais do que mil imagens. São a aventura de um fotógrafo que não usa câmara, dedicada a todos aqueles que, para escrever, não usam nem caneta nem teclado. Para que não esqueçam: o cérebro é a câmara mais escura que existe.
colecção Barco Bêbado 2
capa de barbara says
€10
Pode a fotografia ser um género literário, a par da poesia, do conto, da escritura notarial e do sermão? Depois da leitura de "A Ilustre Máquina de Ramires", a resposta é obviamente sim. Este livro, que inaugurou esse género literário há onze anos atrás, é agora reeditado em versão panorâmica, porque os tempos são outros, as técnicas evoluíram e as mentalidades não sofreram qualquer adiantamento. Estas páginas pretendem tão só que uma palavra valha mais do que mil imagens. São a aventura de um fotógrafo que não usa câmara, dedicada a todos aqueles que, para escrever, não usam nem caneta nem teclado. Para que não esqueçam: o cérebro é a câmara mais escura que existe.
colecção Barco Bêbado 2
capa de barbara says