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A memória dos outros xx

LT006138

Marcello Duarte Mathias

Editora Gótica
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€15
Mais detalhes
  • Código
  • LT006138

Descrição

Editado em 2001, A Memória dos Outros depressa esgotou tendo recebido os prémios Prémio Jacinto Prado Coelho da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários e Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus. De Raymond Aron a Kissinger, de Matisse a Rothko, de Almada Negreiros a Miguel Torga e Vitorino Nemésio, de Woody Allen à Geração Perdida, sem esquecer a paixão pela diarística e o jogo de xadrez, reúnem-se aqui algumas dezenas de textos que, sob aparência diversa, exprimem uma visão rica de análises, comentários e interrogações que é também, como o título o indica, evocação e convívio. Conjunto que constitui afinal um património de encontros e afinidades, porquanto a memória dos outros é por igual parte da nossa. Referindo-se a este livro, à sua tonalidade e substância, Vasco Graça Moura dirá, em jeito de síntese, quando da entrega do prémio D. Dinis em 2002: «Há qualquer coisa da lição de Montaigne nessa ironia afável de lidar com o lido, com o visto e com o vivido, tão própria de quem se procura naquilo que procura».

A memória dos outros xx

€15

LT006138

Marcello Duarte Mathias
Editora Gótica
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

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Descrição

Editado em 2001, A Memória dos Outros depressa esgotou tendo recebido os prémios Prémio Jacinto Prado Coelho da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários e Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus. De Raymond Aron a Kissinger, de Matisse a Rothko, de Almada Negreiros a Miguel Torga e Vitorino Nemésio, de Woody Allen à Geração Perdida, sem esquecer a paixão pela diarística e o jogo de xadrez, reúnem-se aqui algumas dezenas de textos que, sob aparência diversa, exprimem uma visão rica de análises, comentários e interrogações que é também, como o título o indica, evocação e convívio. Conjunto que constitui afinal um património de encontros e afinidades, porquanto a memória dos outros é por igual parte da nossa. Referindo-se a este livro, à sua tonalidade e substância, Vasco Graça Moura dirá, em jeito de síntese, quando da entrega do prémio D. Dinis em 2002: «Há qualquer coisa da lição de Montaigne nessa ironia afável de lidar com o lido, com o visto e com o vivido, tão própria de quem se procura naquilo que procura».