Zhao, o soldado, e Ayamei, a rebelde, correm pelas ruas de Pequim. A Praça da Paz Celeste - Tianamen - está coberta de sangue de estudantes, esses filhos modernos da China criados no meio de um aideologia sufocante. Ayamei sai de Pequim, percorre milhares de quilómetros, foge para a montanha. Obstinado, crente no regime, Zhao persegue-a. No final da perseguição, Zhao, o audidacta inflexível, será sensível à nova dimensão existencial que Ayamei está prestes a descobrir? Onde acaba a China ancestral e começa a China moderna? Shan Sa, poetisa, calígrafa e romancista, Shan Sa nasceu em Pequim em 1972, no interior de uma China destruída pela Revolução Cultural. Com oito anos apenas, publicou alguns poemas no jornal O Diário do Povo, passando a ser a mais jovem poetisa do seu país. Em 1990, aos 17 anos, trocou a cidade natal por Paris e o chinês pela língua francesa, tornando-se, dez anos mais tarde, numa autora de língua francesa reconhecida pela crítica e estimada pelo público que esgota sucessivas edições das suas obras.
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Zhao, o soldado, e Ayamei, a rebelde, correm pelas ruas de Pequim. A Praça da Paz Celeste - Tianamen - está coberta de sangue de estudantes, esses filhos modernos da China criados no meio de um aideologia sufocante. Ayamei sai de Pequim, percorre milhares de quilómetros, foge para a montanha. Obstinado, crente no regime, Zhao persegue-a. No final da perseguição, Zhao, o audidacta inflexível, será sensível à nova dimensão existencial que Ayamei está prestes a descobrir? Onde acaba a China ancestral e começa a China moderna? Shan Sa, poetisa, calígrafa e romancista, Shan Sa nasceu em Pequim em 1972, no interior de uma China destruída pela Revolução Cultural. Com oito anos apenas, publicou alguns poemas no jornal O Diário do Povo, passando a ser a mais jovem poetisa do seu país. Em 1990, aos 17 anos, trocou a cidade natal por Paris e o chinês pela língua francesa, tornando-se, dez anos mais tarde, numa autora de língua francesa reconhecida pela crítica e estimada pelo público que esgota sucessivas edições das suas obras.