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A porta da paz celeste xx

LT010956
1999
Shan Sa

Editora Editorial Notícias
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€7
Mais detalhes
  • Ano
  • 1999
  • Tradutor
  • Maria Irene Bigotte de Carvalho
  • Código
  • LT010956
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 128

Descrição

Zhao, o soldado, e Ayamei, a rebelde, correm pelas ruas de Pequim. A Praça da Paz Celeste - Tianamen - está coberta de sangue de estudantes, esses filhos modernos da China criados no meio de um aideologia sufocante. Ayamei sai de Pequim, percorre milhares de quilómetros, foge para a montanha. Obstinado, crente no regime, Zhao persegue-a. No final da perseguição, Zhao, o audidacta inflexível, será sensível à nova dimensão existencial que Ayamei está prestes a descobrir? Onde acaba a China ancestral e começa a China moderna? Shan Sa, poetisa, calígrafa e romancista, Shan Sa nasceu em Pequim em 1972, no interior de uma China destruída pela Revolução Cultural. Com oito anos apenas, publicou alguns poemas no jornal O Diário do Povo, passando a ser a mais jovem poetisa do seu país. Em 1990, aos 17 anos, trocou a cidade natal por Paris e o chinês pela língua francesa, tornando-se, dez anos mais tarde, numa autora de língua francesa reconhecida pela crítica e estimada pelo público que esgota sucessivas edições das suas obras.

A porta da paz celeste xx

€7

LT010956
1999
Shan Sa
Editora Editorial Notícias
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1999
  • Tradutor
  • Maria Irene Bigotte de Carvalho
  • Código
  • LT010956
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 128
Descrição

Zhao, o soldado, e Ayamei, a rebelde, correm pelas ruas de Pequim. A Praça da Paz Celeste - Tianamen - está coberta de sangue de estudantes, esses filhos modernos da China criados no meio de um aideologia sufocante. Ayamei sai de Pequim, percorre milhares de quilómetros, foge para a montanha. Obstinado, crente no regime, Zhao persegue-a. No final da perseguição, Zhao, o audidacta inflexível, será sensível à nova dimensão existencial que Ayamei está prestes a descobrir? Onde acaba a China ancestral e começa a China moderna? Shan Sa, poetisa, calígrafa e romancista, Shan Sa nasceu em Pequim em 1972, no interior de uma China destruída pela Revolução Cultural. Com oito anos apenas, publicou alguns poemas no jornal O Diário do Povo, passando a ser a mais jovem poetisa do seu país. Em 1990, aos 17 anos, trocou a cidade natal por Paris e o chinês pela língua francesa, tornando-se, dez anos mais tarde, numa autora de língua francesa reconhecida pela crítica e estimada pelo público que esgota sucessivas edições das suas obras.