A Trilogia Bartimaeus é uma série de livros de fantasia criados por Jonathan Stroud e publicados entre 2003 e 2005. Os três livros são: O Amuleto de Samarcanda, O Olho de Golem, e O Portão de Ptolomeu. O personagem do título, Bartimaeus, é um djinn de cinco mil anos. A história é contada através do ponto de vista dos três personagens, o mago Nathaniel (ou John Mandrake), o djinn Bartimaeus, e a plebeia Kitty Jones.
Jonathan Stroud afirmou-se como uma referência na literatura fantástica após a publicação do primeiro volume da "Trilogia Bartimaeus", "O Amuleto de Samarcanda", que, para além de se ter tornado um bestseller, recebeu também uma menção honrosa nos Boston Globe-Horn Book Awards for Excellence in Children’s Literature de 2004 e aguarda ainda a estreia de uma versão cinematográfica. Com este segundo volume, "O Olho de Golem", as expectativas confirmam-se. Dois anos passaram desde os últimos acontecimentos. Nathaniel tem agora catorze anos e é adjunto do Ministro da Administração Interna. O seu dever é desmantelar a Resistência, uma organização de comuns que quer derrubar o poder dos magos. Mas quando um ataque-surpresa de um golem é atribuído erradamente a este grupo, Nathaniel vê-se obrigado a pedir ajuda a Bartimaeus, ainda que com relutância. Entretanto, um jovem membro da Resistência, Kitty Jones, planeia roubar o túmulo sagrado do grande mago Gladstone. É então que, numa noite, os destinos de Nathaniel, Bartimaeus e Kitty se encontram sob os desígnios de algo bem mais poderoso… Alternando a focalização da acção entre Nathaniel e Kitty e com alguns capítulos contados na primeira pessoa por Bartimaeus – que confere a sua nota de sarcasmo e de humor irreverente à sempre crescente tensão – este novo volume guia-nos até Praga, faz-nos perseguir um esqueleto pelas ruas de Londres, testemunhar actos ousado e penetrar no mundo sórdido do governo dos magos. "A Trilogia Bartimaeus" continua a encantar com a sua mistura de fantasia, mitologia e história, ao mesmo tempo que Stroud desafia as definições convencionais de bem e mal com a sua galeria de personagens intrigantes.
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A Trilogia Bartimaeus é uma série de livros de fantasia criados por Jonathan Stroud e publicados entre 2003 e 2005. Os três livros são: O Amuleto de Samarcanda, O Olho de Golem, e O Portão de Ptolomeu. O personagem do título, Bartimaeus, é um djinn de cinco mil anos. A história é contada através do ponto de vista dos três personagens, o mago Nathaniel (ou John Mandrake), o djinn Bartimaeus, e a plebeia Kitty Jones.
Jonathan Stroud afirmou-se como uma referência na literatura fantástica após a publicação do primeiro volume da "Trilogia Bartimaeus", "O Amuleto de Samarcanda", que, para além de se ter tornado um bestseller, recebeu também uma menção honrosa nos Boston Globe-Horn Book Awards for Excellence in Children’s Literature de 2004 e aguarda ainda a estreia de uma versão cinematográfica. Com este segundo volume, "O Olho de Golem", as expectativas confirmam-se. Dois anos passaram desde os últimos acontecimentos. Nathaniel tem agora catorze anos e é adjunto do Ministro da Administração Interna. O seu dever é desmantelar a Resistência, uma organização de comuns que quer derrubar o poder dos magos. Mas quando um ataque-surpresa de um golem é atribuído erradamente a este grupo, Nathaniel vê-se obrigado a pedir ajuda a Bartimaeus, ainda que com relutância. Entretanto, um jovem membro da Resistência, Kitty Jones, planeia roubar o túmulo sagrado do grande mago Gladstone. É então que, numa noite, os destinos de Nathaniel, Bartimaeus e Kitty se encontram sob os desígnios de algo bem mais poderoso… Alternando a focalização da acção entre Nathaniel e Kitty e com alguns capítulos contados na primeira pessoa por Bartimaeus – que confere a sua nota de sarcasmo e de humor irreverente à sempre crescente tensão – este novo volume guia-nos até Praga, faz-nos perseguir um esqueleto pelas ruas de Londres, testemunhar actos ousado e penetrar no mundo sórdido do governo dos magos. "A Trilogia Bartimaeus" continua a encantar com a sua mistura de fantasia, mitologia e história, ao mesmo tempo que Stroud desafia as definições convencionais de bem e mal com a sua galeria de personagens intrigantes.