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A última princesa da Manchúria

LT007925
1998
Lillian Lee

Editora Asa
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€9
Mais detalhes
  • Ano
  • 1998
  • Tradutor
  • José Vieira de Lima
  • Código
  • LT007925
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 205

Descrição

Yoshiko Kawashima era prima do último imperador chinês: uma mulher arrebatadora, capaz de assassinar a sangue-frio, apaixonada por homens e mulheres, que durante a Segunda Guerra Mundial se converteu numa espia ao serviço do Japão. Mas que, ao mesmo tempo, nunca deixou de ser a menina separada bruscamente da sua mãe, nem a jovem a quem o amor foi negado por uma paixão infeliz. Ela foi a última princesa da Manchúria: uma personagem real cuja vida — uma emocionante história de recortes épicos — Lilian Lee soube retartar neste romance com a sua habitual mestria narrativa. Combinando habilmente romantismo e suspense, A Última Princesa da Manchúria tem todas as condições para repetir o êxito que obteve nesta mesma colecção um outro romance da autora, Adeus, Minha Concubina, que deu oriegm ao filme homónimo de Chen Kaige, Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1993.

A última princesa da Manchúria

€9

LT007925
1998
Lillian Lee
Editora Asa
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1998
  • Tradutor
  • José Vieira de Lima
  • Código
  • LT007925
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 205
Descrição

Yoshiko Kawashima era prima do último imperador chinês: uma mulher arrebatadora, capaz de assassinar a sangue-frio, apaixonada por homens e mulheres, que durante a Segunda Guerra Mundial se converteu numa espia ao serviço do Japão. Mas que, ao mesmo tempo, nunca deixou de ser a menina separada bruscamente da sua mãe, nem a jovem a quem o amor foi negado por uma paixão infeliz. Ela foi a última princesa da Manchúria: uma personagem real cuja vida — uma emocionante história de recortes épicos — Lilian Lee soube retartar neste romance com a sua habitual mestria narrativa. Combinando habilmente romantismo e suspense, A Última Princesa da Manchúria tem todas as condições para repetir o êxito que obteve nesta mesma colecção um outro romance da autora, Adeus, Minha Concubina, que deu oriegm ao filme homónimo de Chen Kaige, Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1993.