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A viela de Moscovo xx

LT008242
1965
Ilya Ehrenbourg

Editora Portugália
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 1965
  • Colecção
  • O Livro de Bolso 70-71
  • Tradutor
  • Maria Armanda Falcão, José Tengarrinha
  • Capa
  • João da Câmara Leme
  • Código
  • LT008242
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 11,00 x 16,00 x
  • Nº Páginas
  • 245

Descrição

Traduzido por Maria Armanda Falcão (Vera Lagoa) e José Tengarrinha

«Um dia, da minha janela, vi uma cena deste género: Um operário batia na mulher com um tijolo. Batia-lhe na cabeça, metodicamente, sem pressas, talvez até se pudesse dizer, com piedade. E, em volta, os moradores da viela olhavam. Evidentemente, esperavam para ver quem se cansava primeiro: o próprio operário ou a mulher, que, mesmo sem alma, parece que tem, digam o que disserem, apesar de tudo, alguns vagos sentimentos. Um amigo, que por acaso tinha vindo visitar-me, ao ver pela primeira vez este espectáculo, invejou-me: - Que vista esplêndida tem da sua janela!...»

A viela de Moscovo xx

€8

LT008242
1965
Ilya Ehrenbourg
Editora Portugália
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1965
  • Colecção
  • O Livro de Bolso 70-71
  • Tradutor
  • Maria Armanda Falcão, José Tengarrinha
  • Capa
  • João da Câmara Leme
  • Código
  • LT008242
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 11,00 x 16,00 x
  • Nº Páginas
  • 245
Descrição

Traduzido por Maria Armanda Falcão (Vera Lagoa) e José Tengarrinha

«Um dia, da minha janela, vi uma cena deste género: Um operário batia na mulher com um tijolo. Batia-lhe na cabeça, metodicamente, sem pressas, talvez até se pudesse dizer, com piedade. E, em volta, os moradores da viela olhavam. Evidentemente, esperavam para ver quem se cansava primeiro: o próprio operário ou a mulher, que, mesmo sem alma, parece que tem, digam o que disserem, apesar de tudo, alguns vagos sentimentos. Um amigo, que por acaso tinha vindo visitar-me, ao ver pela primeira vez este espectáculo, invejou-me: - Que vista esplêndida tem da sua janela!...»