«João Botelho da Silva morreu pouco tempo depois de entregar à editora o original deste livro. Uma obra póstuma aos 27 anos é um facto brutal, insuportável. Esmaga pela opacidade absoluta das razões que não conseguimos decifrar – porque são, realmente, numa vagarosa e dilacerante evidência, indecifráveis. Tratando-se, como é o caso, de um dos mais significativos escritores portugueses dos nossos dias, tal circunstância redobra o obsessivo efeito de revolta. (...) Deixou um livro publicado (Beduínos a Gasóleo, romance portentoso, Prémio Caminho de Ficção Científica) e um valiosíssimo espólio literário em prosa e poesia.» Pedro Foyos
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«João Botelho da Silva morreu pouco tempo depois de entregar à editora o original deste livro. Uma obra póstuma aos 27 anos é um facto brutal, insuportável. Esmaga pela opacidade absoluta das razões que não conseguimos decifrar – porque são, realmente, numa vagarosa e dilacerante evidência, indecifráveis. Tratando-se, como é o caso, de um dos mais significativos escritores portugueses dos nossos dias, tal circunstância redobra o obsessivo efeito de revolta. (...) Deixou um livro publicado (Beduínos a Gasóleo, romance portentoso, Prémio Caminho de Ficção Científica) e um valiosíssimo espólio literário em prosa e poesia.» Pedro Foyos