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As sombras errantes

LT009904
2003
Pascal Quignard

Editora Gótica
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€13
Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Tradutor
  • Maria da Piedade Ferreira
  • Código
  • LT009904
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 186

Descrição

Prémio Goncourt de 2002.

As Sombra Errantes é um ponto de chegada na obra de um autor que consegui encontrar o essencial, a sua forma, anulando a separação tradicional entre os géneros literários. Aqui, o leitor, de um fragmento para outro, passa da Roma Antiga às margens do rio Yonne, da evocação de Monsieur de Saint-Cyran à do romancista japonês Junichirô Tanizaki, desce ao mais fundo da experiência humana, feita de linguagem, de memória, de erotismo, de solidão e de arte, como a pintura e a música, outras paixões do escritor. Perante esta fascinante travessia dos lugares e do tempo, podemos perguntar-nos se Pascal Quignard não será, dos nossos contemporâneos, o escritor menos preso à actualidade. Toda a sua obra, inteiramente colocada sob o signo de uma errância reivindicada, aí está para o testemunhar.

«Não é um romance, nem um ensaio, não é poesia nem filosofia, mas é literatura. E da grande! Pascal Quignard é o último cavaleiro andante das letras contemporâneas. Inclassificável. Liberto de capelas e de dogmas, Luminoso. Solitário e solar.» François Busnel, L'Express

As sombras errantes

€13

LT009904
2003
Pascal Quignard
Editora Gótica
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2003
  • Tradutor
  • Maria da Piedade Ferreira
  • Código
  • LT009904
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 186
Descrição

Prémio Goncourt de 2002.

As Sombra Errantes é um ponto de chegada na obra de um autor que consegui encontrar o essencial, a sua forma, anulando a separação tradicional entre os géneros literários. Aqui, o leitor, de um fragmento para outro, passa da Roma Antiga às margens do rio Yonne, da evocação de Monsieur de Saint-Cyran à do romancista japonês Junichirô Tanizaki, desce ao mais fundo da experiência humana, feita de linguagem, de memória, de erotismo, de solidão e de arte, como a pintura e a música, outras paixões do escritor. Perante esta fascinante travessia dos lugares e do tempo, podemos perguntar-nos se Pascal Quignard não será, dos nossos contemporâneos, o escritor menos preso à actualidade. Toda a sua obra, inteiramente colocada sob o signo de uma errância reivindicada, aí está para o testemunhar.

«Não é um romance, nem um ensaio, não é poesia nem filosofia, mas é literatura. E da grande! Pascal Quignard é o último cavaleiro andante das letras contemporâneas. Inclassificável. Liberto de capelas e de dogmas, Luminoso. Solitário e solar.» François Busnel, L'Express