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Autobiografia – G. K. Chesterton

LT009685

G. K. Chesterton

Editora Livraria Morais
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€20
Mais detalhes
  • Tradutor
  • Luis de Souza Costa
  • Código
  • LT009685
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 401

Descrição

Tradução de Luis de Souza Costa.

A ´Autobiografia de G.K. Chesterton´ foi originalmente lançada em 1936, ano da morte do escritor. Neste livro, Chesterton afirma que o seu objectivo na obra não é defender as doutrinas do Sacramento da Penitência ou a do Amor Divino pelo homem, mas que apenas está empenhado na tarefa de estabelecer quais foram realmente os efeitos de tais doutrinas nos seus sentimentos e acções. Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) nasceu em Londres no seio de uma família anglicana de classe média. Escritor muito versátil deixou inúmeros trabalhos desde poesia, ficção, teatro, filosofia e história. Em 1922 converteu-se ao catolicismo. Dentro das suas obras mais conhecidas estão O Homem que era quinta-feira, O Homem que sabia demais, a colecção do Padre Brown, Ortodoxia e Autobiografia. Após a sua conversão escreveu a Vida de São Francisco de Assis e São Tomás de Aquino. Para além de nos relatar o percurso vital da sua memória, Chesterton abre-nos uma janela ao mundo que o manteve ocupado enquanto jornalista e escritor de panfletos - é assim que gostaria de ser recordado - e com o qual raramente teve uma convivência pacífica. Chesterton é um homem visceral, polémico e apaixonado que não duvidava em proclamar de viva voz a sua denuncia perante um sistema político corrupto e uma moral propagandística cujo pano de fundo era a guerra dos Boers e a Primeira Guerra Mundial. A sua conversão ao catolicismo levou-o a ser considerado como um homem excêntrico e contestatário. Hoje, pela sua extraordinária profundidade intelectual e brilhante habilidade em esgrimir o paradoxo como arma de argumentação, Chesterton continua a ser um pensador estimulante que consegue agarrar os seus milhares de leitores até ao limite do suspense.

Autobiografia – G. K. Chesterton

€20

LT009685

G. K. Chesterton
Editora Livraria Morais
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Tradutor
  • Luis de Souza Costa
  • Código
  • LT009685
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 401
Descrição

Tradução de Luis de Souza Costa.

A ´Autobiografia de G.K. Chesterton´ foi originalmente lançada em 1936, ano da morte do escritor. Neste livro, Chesterton afirma que o seu objectivo na obra não é defender as doutrinas do Sacramento da Penitência ou a do Amor Divino pelo homem, mas que apenas está empenhado na tarefa de estabelecer quais foram realmente os efeitos de tais doutrinas nos seus sentimentos e acções. Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) nasceu em Londres no seio de uma família anglicana de classe média. Escritor muito versátil deixou inúmeros trabalhos desde poesia, ficção, teatro, filosofia e história. Em 1922 converteu-se ao catolicismo. Dentro das suas obras mais conhecidas estão O Homem que era quinta-feira, O Homem que sabia demais, a colecção do Padre Brown, Ortodoxia e Autobiografia. Após a sua conversão escreveu a Vida de São Francisco de Assis e São Tomás de Aquino. Para além de nos relatar o percurso vital da sua memória, Chesterton abre-nos uma janela ao mundo que o manteve ocupado enquanto jornalista e escritor de panfletos - é assim que gostaria de ser recordado - e com o qual raramente teve uma convivência pacífica. Chesterton é um homem visceral, polémico e apaixonado que não duvidava em proclamar de viva voz a sua denuncia perante um sistema político corrupto e uma moral propagandística cujo pano de fundo era a guerra dos Boers e a Primeira Guerra Mundial. A sua conversão ao catolicismo levou-o a ser considerado como um homem excêntrico e contestatário. Hoje, pela sua extraordinária profundidade intelectual e brilhante habilidade em esgrimir o paradoxo como arma de argumentação, Chesterton continua a ser um pensador estimulante que consegue agarrar os seus milhares de leitores até ao limite do suspense.