Neste romance de formação e aprendizagem, Romeu Correia propõe-nos, entre o real e o onírico, o percurso de um adolescente que caminha para a vida adulta através das pequenas tragédias do quotidiano e das grandes alegrias ligadas à capacidade de viver em estado de exaltação exclamativa. Reconhecemos, desde o título, o espaço predilecto do Autor — o cais do Ginjal e a jubilação do Tejo, num tempo de golfinhos, sereias, mas também de luta política a desafiar a repressão do regime. Logo nos primeiros parágrafos, o narrador situa precisamente o desenrolar da acção.
«Lembro-me de que esta história começou em Junho de 1934, deveriam ser onze horas da noite.»
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Neste romance de formação e aprendizagem, Romeu Correia propõe-nos, entre o real e o onírico, o percurso de um adolescente que caminha para a vida adulta através das pequenas tragédias do quotidiano e das grandes alegrias ligadas à capacidade de viver em estado de exaltação exclamativa. Reconhecemos, desde o título, o espaço predilecto do Autor — o cais do Ginjal e a jubilação do Tejo, num tempo de golfinhos, sereias, mas também de luta política a desafiar a repressão do regime. Logo nos primeiros parágrafos, o narrador situa precisamente o desenrolar da acção.
«Lembro-me de que esta história começou em Junho de 1934, deveriam ser onze horas da noite.»