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Cartas do meu Magrebe xx

LT011895
2011
Ernesto de Sousa

Editora Tinta da China
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Indisponível

€16
Mais detalhes
  • Ano
  • 2011
  • Código
  • LT011895
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 142

Descrição

Ernesto de Sousa foi um artista de vários domínios, nomeadamente nas artes visuais e no cinema. Foi personagem central da cultura portuguesa. Fizeram parte do seu círculo de relações Almada Negreiros, Alves Redol, Lopes Graça, entre muitos outros. O seu filme «Dom Roberto» (1963), precursor do «cinema novo», foi premiado em Cannes. A caminho da Alemanha para apresentar «Dom Roberto», Ernesto de Sousa fez um longo desvio pelo Magrebe (Marrocos, Argélia, Tunísia), de onde se corresponderia com o Jornal de Notícias. Os textos que escreveu mostram uma região muito para além dos tumultos políticos da conquista das independências. Mostram um escritor que nos cativa, procurando caminhos para entender a humanidade, para estabelecer laços com os outros. «O Zé Ernesto tomou a decisão de partir à aventura para o Norte de África para fazer reportagem. Essa viagem foi um impulso e um grande entusiasmo, que com ele partilhei. Baseava-se sobretudo na descoberta pessoal da importância da cultura do Norte de África na nossa própria cultura e na solidariedade com o movimento de independência da Argélia. Estávamos no princípio dos anos 60.» — Isabel do Carmo

Cartas do meu Magrebe xx

€16

LT011895
2011
Ernesto de Sousa
Editora Tinta da China
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Capa dura
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2011
  • Código
  • LT011895
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 142
Descrição

Ernesto de Sousa foi um artista de vários domínios, nomeadamente nas artes visuais e no cinema. Foi personagem central da cultura portuguesa. Fizeram parte do seu círculo de relações Almada Negreiros, Alves Redol, Lopes Graça, entre muitos outros. O seu filme «Dom Roberto» (1963), precursor do «cinema novo», foi premiado em Cannes. A caminho da Alemanha para apresentar «Dom Roberto», Ernesto de Sousa fez um longo desvio pelo Magrebe (Marrocos, Argélia, Tunísia), de onde se corresponderia com o Jornal de Notícias. Os textos que escreveu mostram uma região muito para além dos tumultos políticos da conquista das independências. Mostram um escritor que nos cativa, procurando caminhos para entender a humanidade, para estabelecer laços com os outros. «O Zé Ernesto tomou a decisão de partir à aventura para o Norte de África para fazer reportagem. Essa viagem foi um impulso e um grande entusiasmo, que com ele partilhei. Baseava-se sobretudo na descoberta pessoal da importância da cultura do Norte de África na nossa própria cultura e na solidariedade com o movimento de independência da Argélia. Estávamos no princípio dos anos 60.» — Isabel do Carmo