«Um romance que assume a forma de um «diário de coma» mantido por Misty Marie Wilmot, enquanto o marido jaz inconsciente num hospital após uma tentativa de suicídio. Em tempos Misty fora uma estudante de arte que sonhava com criatividade e liberdade. Depois do casamento com Peter foi reduzida à condição de criada de quarto de hotel na Ilha turística de Waytansea. Peter andou a escrevinhar mensagens vis por todas as paredes das casas que remodelou - um hábito antigo dos empreiteiros mas dramaticamente exagerado no caso de Peter. Proprietários irados estão a interpor processos atrás de processos e os sonhos de grandeza artística da Misty estão em cinzas. Mas inesperadamente, como que possuída pelo espírito da Maura Kincaid, uma mítica artista de Waytansea do século XIX, Misty recomeça a pintar compulsivamente. Mas poderá o seu recém-descoberto talento fazer parte de um plano maior e mais tenebroso? É claro que pode… Diário é um negro, hilariante e pungente acto de contar histórias pelo niilista mais inventivo e preferido da América. É o melhor romance de Chuck Palahniuk até hoje.»
Chuck Palahniuk emergiu, em finais dos anos 90, como uma das vozes mais originais do moderno romance norte-americano, um retratista desencantado dos novos anti-heróis. O seu livro Clube de Combate (editado pela Notícias) veio provar que estava viva toda uma tradição de humor negro e escrita cruel, herdada de autores como Kurt Vonnegut ou Don DeLillo. Depois da sua adaptação ao cinema, sob a direcção de David Fincher, com Brad Pitt e Edward Norton, consolidou o culto Palahniuk. Seguiram-se, entre outros, títulos como Non-Fiction, Choke-Asfixia, Lullaby e Sobrevivente, os últimos três igualmente editados pela Casa das Letras. De descendência francesa e russa, Chuck Palahniuk nasceu em Pasco, Washington, a 21 de Fevereiro de 1962. Vive actualmente em Portland, Oregon, nos Estados Unidos.
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«Um romance que assume a forma de um «diário de coma» mantido por Misty Marie Wilmot, enquanto o marido jaz inconsciente num hospital após uma tentativa de suicídio. Em tempos Misty fora uma estudante de arte que sonhava com criatividade e liberdade. Depois do casamento com Peter foi reduzida à condição de criada de quarto de hotel na Ilha turística de Waytansea. Peter andou a escrevinhar mensagens vis por todas as paredes das casas que remodelou - um hábito antigo dos empreiteiros mas dramaticamente exagerado no caso de Peter. Proprietários irados estão a interpor processos atrás de processos e os sonhos de grandeza artística da Misty estão em cinzas. Mas inesperadamente, como que possuída pelo espírito da Maura Kincaid, uma mítica artista de Waytansea do século XIX, Misty recomeça a pintar compulsivamente. Mas poderá o seu recém-descoberto talento fazer parte de um plano maior e mais tenebroso? É claro que pode… Diário é um negro, hilariante e pungente acto de contar histórias pelo niilista mais inventivo e preferido da América. É o melhor romance de Chuck Palahniuk até hoje.»
Chuck Palahniuk emergiu, em finais dos anos 90, como uma das vozes mais originais do moderno romance norte-americano, um retratista desencantado dos novos anti-heróis. O seu livro Clube de Combate (editado pela Notícias) veio provar que estava viva toda uma tradição de humor negro e escrita cruel, herdada de autores como Kurt Vonnegut ou Don DeLillo. Depois da sua adaptação ao cinema, sob a direcção de David Fincher, com Brad Pitt e Edward Norton, consolidou o culto Palahniuk. Seguiram-se, entre outros, títulos como Non-Fiction, Choke-Asfixia, Lullaby e Sobrevivente, os últimos três igualmente editados pela Casa das Letras. De descendência francesa e russa, Chuck Palahniuk nasceu em Pasco, Washington, a 21 de Fevereiro de 1962. Vive actualmente em Portland, Oregon, nos Estados Unidos.