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Doidos e amantes (2ª ed.) xx

LT014889
2005
Agustina Bessa-Luís

Editora Guimarães
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 2005
  • Código
  • LT014889
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 253

Descrição

Este romance comandado pela ordem dos factos, e que foi primeiro dado a público como folhetim, tem agora outro formato. Terá também outra clientela. Ele é tecido na violência secreta, contrapeso indispensável do sufrágio universal. Maria Adelaide é uma mulher munida duma alegria negra que é a de escapar ao amor da lei e às cumplicidades que a rodeiam. Tem nela um pouco de santidade e de malícia; um desdém pela ordem das coisas e um sentimento monstruoso de contar consigo própria. Ela não é um produto da sua época; é outra coisa que não delinquência-vítima. É a delinquência-ruptura, a única que não funciona para proveito do sistema. Surpreende-nos tanto que renunciamos a explicá-la a não ser sob “o ponto de vista dos fins futuros e a sua serenidade sistemática”.

Doidos e amantes (2ª ed.) xx

€12

LT014889
2005
Agustina Bessa-Luís
Editora Guimarães
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2005
  • Código
  • LT014889
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 20,00 x
  • Nº Páginas
  • 253
Descrição

Este romance comandado pela ordem dos factos, e que foi primeiro dado a público como folhetim, tem agora outro formato. Terá também outra clientela. Ele é tecido na violência secreta, contrapeso indispensável do sufrágio universal. Maria Adelaide é uma mulher munida duma alegria negra que é a de escapar ao amor da lei e às cumplicidades que a rodeiam. Tem nela um pouco de santidade e de malícia; um desdém pela ordem das coisas e um sentimento monstruoso de contar consigo própria. Ela não é um produto da sua época; é outra coisa que não delinquência-vítima. É a delinquência-ruptura, a única que não funciona para proveito do sistema. Surpreende-nos tanto que renunciamos a explicá-la a não ser sob “o ponto de vista dos fins futuros e a sua serenidade sistemática”.