• 966 316 945 *
  • Contactos

Enfermaria, prisão e casa mortuária (1ª ed.) xx

LT008501
1943
Domingos Monteiro

Editora Gleba
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 1943
  • Colecção
  • Contos e Novelas
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT008501
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 143

Descrição

«Em "Enfermaria", o narrador apresenta-nos a triste realidade social de pessoas que se encontravam hospitalizadas na enfermaria de um hospital destinado a pessoas mais desfavorecidas, onde, apesar de existirem precárias condições de saúde (comprovando, assim, o deficiente sistema de saúde de que o país dispunha), imperava, acima de tudo, a grandeza moral, espiritual daquelas personagens, graças a sua humildade, ao seu "saber de experiências feito", a entreajuda, ao sofrimento. Assim, a presença de Fausto Salema, um industrial falido, abandonado pelos amigos e pela própria família, doente e hospitalizado no meio daquela gente humilde, evidencia a crueldade, a indiferença a que os membros da classe mais favorecida votavam os outros cidadãos, especialmente os mais humildes e, inclusivamente, aqueles que havendo pertencido ao seu seio ficavam arruinados, recusando-se a ajudá-los.» Ana Cristina Martins de Lemos

Enfermaria, prisão e casa mortuária (1ª ed.) xx

€15

LT008501
1943
Domingos Monteiro
Editora Gleba
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1943
  • Colecção
  • Contos e Novelas
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT008501
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 143
Descrição

«Em "Enfermaria", o narrador apresenta-nos a triste realidade social de pessoas que se encontravam hospitalizadas na enfermaria de um hospital destinado a pessoas mais desfavorecidas, onde, apesar de existirem precárias condições de saúde (comprovando, assim, o deficiente sistema de saúde de que o país dispunha), imperava, acima de tudo, a grandeza moral, espiritual daquelas personagens, graças a sua humildade, ao seu "saber de experiências feito", a entreajuda, ao sofrimento. Assim, a presença de Fausto Salema, um industrial falido, abandonado pelos amigos e pela própria família, doente e hospitalizado no meio daquela gente humilde, evidencia a crueldade, a indiferença a que os membros da classe mais favorecida votavam os outros cidadãos, especialmente os mais humildes e, inclusivamente, aqueles que havendo pertencido ao seu seio ficavam arruinados, recusando-se a ajudá-los.» Ana Cristina Martins de Lemos