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Goa ida e volta xx

LT014229
2016
Artur Henriques

Editora Arranha-Céus
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€11
Mais detalhes
  • Ano
  • 2016
  • Código
  • LT014229
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 312

Descrição

Ir à tropa não é o mesmo que ser um militar português em Goa e ser preso por atravessar as linhas do inimigo para ir comer um coelho à caçador. Viver durante a ditadura do Estado Novo não é o mesmo que dormir com um elemento feminino da polícia política. Ser publicitário não é o mesmo que fazer dupla com Ary dos Santos, Luís de Stau Monteiro ou Alexandre O’Neill. Excepto, claro, se estivermos a falar de Artur Henriques, o jovem soldado e publicitário que acompanhamos ao longo de Goa, Ida e Volta.

Este relato na primeira pessoa abarca dois períodos indianos muito diferentes: entre 1956 e 1959, durante o serviço militar em Goa, e em 1979, numa viagem de cerca de seis meses que incluiu outras regiões da Índia e o Nepal. Nesta ida e volta, há um desenhador que herda do seu mestre pincéis e namoradas, um aventureiro a dobrar cabos e tormentas, um cabo com luxos de general, Será um livro de guerra ou literatura pós-colonial? Goa, Ida e Volta tem outra ascendência: o estilo picaresco de Diniz Machado, as aventuras que começam em Hugo Pratt e acabam em Corto Maltese e ainda "um não sei quê" de Fernão Mendes Pinto.

Goa ida e volta xx

€11

LT014229
2016
Artur Henriques
Editora Arranha-Céus
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2016
  • Código
  • LT014229
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 312
Descrição

Ir à tropa não é o mesmo que ser um militar português em Goa e ser preso por atravessar as linhas do inimigo para ir comer um coelho à caçador. Viver durante a ditadura do Estado Novo não é o mesmo que dormir com um elemento feminino da polícia política. Ser publicitário não é o mesmo que fazer dupla com Ary dos Santos, Luís de Stau Monteiro ou Alexandre O’Neill. Excepto, claro, se estivermos a falar de Artur Henriques, o jovem soldado e publicitário que acompanhamos ao longo de Goa, Ida e Volta.

Este relato na primeira pessoa abarca dois períodos indianos muito diferentes: entre 1956 e 1959, durante o serviço militar em Goa, e em 1979, numa viagem de cerca de seis meses que incluiu outras regiões da Índia e o Nepal. Nesta ida e volta, há um desenhador que herda do seu mestre pincéis e namoradas, um aventureiro a dobrar cabos e tormentas, um cabo com luxos de general, Será um livro de guerra ou literatura pós-colonial? Goa, Ida e Volta tem outra ascendência: o estilo picaresco de Diniz Machado, as aventuras que começam em Hugo Pratt e acabam em Corto Maltese e ainda "um não sei quê" de Fernão Mendes Pinto.