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Inês de Castro – A estalagem dos assombros

Inês de Castro – A estalagem dos assombros xx

LT012793
2007
Seomara da Veiga Ferreira

Editora Presença
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT012793
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 136

Descrição

Os lendários amores de Pedro e Inês continuam a ser fonte de inspiração para a literatura. Este romance traz a marca inconfundível da autora de As Memórias de Agripina e escolhe para sua narradora principal a mãe do próprio D. Pedro, Dona Beatriz. Esta inusitada perspectiva, feminina e intimista, dá-nos o retrato de cada personalidade envolvida assim como o intrincado xadrez dos interesses políticos peninsulares. A paixão de Pedro e Inês, pertencendo a uma outra dimensão existencial, ameaça as implacáveis razões do Estado e justifica a cruel sentença ditada por D. Afonso IV, ceifando na sua plenitude a vida daquela a quem chamaram «Colo de Garça» e determinando o sombrio destino do Rei que ficou para a História como O Justiceiro.

Inês de Castro – A estalagem dos assombros xx

Inês de Castro – A estalagem dos assombros €8

LT012793
2007
Seomara da Veiga Ferreira
Editora Presença
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2007
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT012793
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 136
Descrição

Os lendários amores de Pedro e Inês continuam a ser fonte de inspiração para a literatura. Este romance traz a marca inconfundível da autora de As Memórias de Agripina e escolhe para sua narradora principal a mãe do próprio D. Pedro, Dona Beatriz. Esta inusitada perspectiva, feminina e intimista, dá-nos o retrato de cada personalidade envolvida assim como o intrincado xadrez dos interesses políticos peninsulares. A paixão de Pedro e Inês, pertencendo a uma outra dimensão existencial, ameaça as implacáveis razões do Estado e justifica a cruel sentença ditada por D. Afonso IV, ceifando na sua plenitude a vida daquela a quem chamaram «Colo de Garça» e determinando o sombrio destino do Rei que ficou para a História como O Justiceiro.