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Justine ou os infortúnios da virtude xx

LT016742
2001
Marquês de Sade

Editora Antígona
Idioma Português PT
Estado : Usado 3/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€6
Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Tradutor
  • Manuel João Gomes
  • Código
  • LT016742
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 13,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 337

Descrição

Em "Justine", o mais importante romance de Sade (cuja primeira versão data da época em que sofre dos olhos e se lamenta o mais possível dos vexames dos carcereiros), a virtuosa heroína é violada, molestada, aviltada, presa por falsas acusações e por fim maltratada por toda a sociedade. Sade é um lutador rude e arranca brutalmente à maldade humana a sua máscara de hipocrisia. Quando, em Justine, Roland graceja: «Sirvo-me da mulher como de um bacio na cama», Sade põe a nu o inconsciente de alguns indivíduos da vida real. Foi o único autor que conseguiu criar o zero absoluto do amor, o que lhe confere uma posição insubstituível na filosofia do erotismo. Depois de o ler, forçoso será cada qual recompor para si com maior clarividência os valores íntimos por ele radicalmente destruídos.


LT016742
2001
Marquês de Sade
Editora Antígona
Idioma Português PT
Estado : Usado 3/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Tradutor
  • Manuel João Gomes
  • Código
  • LT016742
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 13,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 337
Descrição

Em "Justine", o mais importante romance de Sade (cuja primeira versão data da época em que sofre dos olhos e se lamenta o mais possível dos vexames dos carcereiros), a virtuosa heroína é violada, molestada, aviltada, presa por falsas acusações e por fim maltratada por toda a sociedade. Sade é um lutador rude e arranca brutalmente à maldade humana a sua máscara de hipocrisia. Quando, em Justine, Roland graceja: «Sirvo-me da mulher como de um bacio na cama», Sade põe a nu o inconsciente de alguns indivíduos da vida real. Foi o único autor que conseguiu criar o zero absoluto do amor, o que lhe confere uma posição insubstituível na filosofia do erotismo. Depois de o ler, forçoso será cada qual recompor para si com maior clarividência os valores íntimos por ele radicalmente destruídos.