Exemplar não apresenta capas de brochura
Em 1943, quando a Parceria A. M. Pereira editou, pela primeira vez, Memórias da Linha de Cascais, dificilmente se poderia antever que, por enfatizar aquilo que o escritor francês Michel Butor definiu como o espírito do lugar, a obra cativaria tantas gerações de leitores interessados em conhecer a história desta região. Ainda hoje o cognome de A Linha, pelo qual se popularizou a região, detém um lugar especial no imaginário dos portugueses, que assim continuam a designar o percurso ao longo da costa que atravessa os concelhos de Lisboa, Oeiras e Cascais, decalcado da ligação ferroviária inaugurada em 1889, cuja imagem se reforçou, em 1940, com a construção da Estrada Marginal, quase sempre paralela ao caminho-de-ferro, junto ao rio e, depois, ao mar.
Exemplar não apresenta capas de brochura
Em 1943, quando a Parceria A. M. Pereira editou, pela primeira vez, Memórias da Linha de Cascais, dificilmente se poderia antever que, por enfatizar aquilo que o escritor francês Michel Butor definiu como o espírito do lugar, a obra cativaria tantas gerações de leitores interessados em conhecer a história desta região. Ainda hoje o cognome de A Linha, pelo qual se popularizou a região, detém um lugar especial no imaginário dos portugueses, que assim continuam a designar o percurso ao longo da costa que atravessa os concelhos de Lisboa, Oeiras e Cascais, decalcado da ligação ferroviária inaugurada em 1889, cuja imagem se reforçou, em 1940, com a construção da Estrada Marginal, quase sempre paralela ao caminho-de-ferro, junto ao rio e, depois, ao mar.