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Na tua face

Vergílio Ferreira
Bertrand
Português PT

Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€6
Mais detalhes
  • Ano
  • 1993
  • Colecção
  • Obras de Vergílio Ferreira
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT002318
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 285

Descrição

Na Tua Face é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em Na Tua Face é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza, a descoberta do eu e a definição do outro, a insuficiência da palavra e a incomunicabilidade humana, e a experiência da doença e da dissolução do corpo, a transcendência). Mas aqui a história do pintor (Daniel) é de certo modo a história da vocação frustrada de Vergílio Ferreira que ao longo da Conta-corrente foi repetindo: «Não preferi a minha arte. Calhou-me. Ou talvez seja essa a sorte de todas as preferências: escolhe-se sempre o que nos coube, ou seja o que se é. Mas a verdade é que, se na escolha se escolhesse, escolheria a pintura».


Vergílio Ferreira
Bertrand
Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1993
  • Colecção
  • Obras de Vergílio Ferreira
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT002318
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 14,00 x 21,00 x
  • Nº Páginas
  • 285
Descrição

Na Tua Face é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em Na Tua Face é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza, a descoberta do eu e a definição do outro, a insuficiência da palavra e a incomunicabilidade humana, e a experiência da doença e da dissolução do corpo, a transcendência). Mas aqui a história do pintor (Daniel) é de certo modo a história da vocação frustrada de Vergílio Ferreira que ao longo da Conta-corrente foi repetindo: «Não preferi a minha arte. Calhou-me. Ou talvez seja essa a sorte de todas as preferências: escolhe-se sempre o que nos coube, ou seja o que se é. Mas a verdade é que, se na escolha se escolhesse, escolheria a pintura».