Não Percas a Rosa - Diário e algo mais (25 de Abril de 1974 - 20 de Dezembro de 1975
A 25 de abril de 1974, nas «horas entusiásticas» de uma alvorada revolucionária aspergida a cravos, Natália Correia iniciou um diário, propondo-se «viver a festa e simultaneamente relatá-la.» Não Percas a Rosa é esse registo testemunhal das glórias e misérias que convulsionaram o país até 25 de novembro de 1975, mas também a exaltação visionária de uma Revolução ainda por fazer: a do Espírito, simbolizado na mística rosa branca.
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Não Percas a Rosa - Diário e algo mais (25 de Abril de 1974 - 20 de Dezembro de 1975
A 25 de abril de 1974, nas «horas entusiásticas» de uma alvorada revolucionária aspergida a cravos, Natália Correia iniciou um diário, propondo-se «viver a festa e simultaneamente relatá-la.» Não Percas a Rosa é esse registo testemunhal das glórias e misérias que convulsionaram o país até 25 de novembro de 1975, mas também a exaltação visionária de uma Revolução ainda por fazer: a do Espírito, simbolizado na mística rosa branca.