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Não Percas a Rosa / Ó Liberdade, Brancura do Relâmpago xx

LT006179

Natália Correia

Editora Ponto de Fuga
Idioma Português PT
Estado : Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€22
Mais detalhes
  • Código
  • LT006179

Descrição

Não Percas a Rosa / Ó Liberdade, Brancura do Relâmpago

A 25 de abril de 1974, nas «horas entusiásticas» de uma alvorada revolucionária aspergida a cravos, Natália Correia iniciou um diário, propondo-se «viver a festa e simultaneamente relatá-la.» Não Percas a Rosa é esse registo testemunhal das glórias e misérias que convulsionaram o país até 25 de novembro de 1975, mas também a exaltação visionária de uma Revolução ainda por fazer: a do Espírito, simbolizado na mística rosa branca. Ilustrada com fotografias de época, captadas por José António Correia, e reproduções dos manuscritos originais, esta edição inclui vários textos inéditos e reúne, pela primeira vez, sob o título Ó Liberdade, Brancura do Relâmpago, as célebres crónicas que Natália escreveu para A Capital entre julho de 1974 e julho de 1975 (Crónicas Vagantes), bem como as que publicou em A Luta entre agosto de 1975 e março de 1976.

Não Percas a Rosa / Ó Liberdade, Brancura do Relâmpago xx

€22

LT006179

Natália Correia
Editora Ponto de Fuga
Idioma Português PT
Estado : Novo
Encadernação : Brochado
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Não Percas a Rosa / Ó Liberdade, Brancura do Relâmpago

A 25 de abril de 1974, nas «horas entusiásticas» de uma alvorada revolucionária aspergida a cravos, Natália Correia iniciou um diário, propondo-se «viver a festa e simultaneamente relatá-la.» Não Percas a Rosa é esse registo testemunhal das glórias e misérias que convulsionaram o país até 25 de novembro de 1975, mas também a exaltação visionária de uma Revolução ainda por fazer: a do Espírito, simbolizado na mística rosa branca. Ilustrada com fotografias de época, captadas por José António Correia, e reproduções dos manuscritos originais, esta edição inclui vários textos inéditos e reúne, pela primeira vez, sob o título Ó Liberdade, Brancura do Relâmpago, as célebres crónicas que Natália escreveu para A Capital entre julho de 1974 e julho de 1975 (Crónicas Vagantes), bem como as que publicou em A Luta entre agosto de 1975 e março de 1976.