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O Bailado xx

LT009501
1987
Teixeira de Pascoaes

Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5 - Com sublinhados a lápis
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 1987
  • Colecção
  • Obras de Teixeira de Pascoaes
  • Código
  • LT009501
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 162

Descrição

Introdução de Alfredo Margarido

Desejando falar de si neste livro, Teixeira de Pascoaes acabará, como explica no prólogo a O Bailado, por falar dos outros, esses seres que vivem de si, roubando-lhe a existência. Assim se explica que, na superfície da sua alma, “superfície de lágrima, as cousas projectam a sua imagem; (…) como um grande espelho numa sala de baile, reproduzindo os dançarinos”. O escritor, possuído pelo Acaso, “é um personagem nas mãos de Molière ou Shakespeare”, sendo obrigado a dançar na “corda bamba”, para espectáculo dos deuses. O Bailado, 1921, assemelha-se a uma “velha sala de visitas”, repleta de pessoas desaparecidas que o escritor reuniu, como se a criação fosse, como escreve Pascoaes em Verbo Escuro, um baile de máscaras.

O Bailado xx

€15

LT009501
1987
Teixeira de Pascoaes
Editora Assírio e Alvim
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5 - Com sublinhados a lápis
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1987
  • Colecção
  • Obras de Teixeira de Pascoaes
  • Código
  • LT009501
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 162
Descrição

Introdução de Alfredo Margarido

Desejando falar de si neste livro, Teixeira de Pascoaes acabará, como explica no prólogo a O Bailado, por falar dos outros, esses seres que vivem de si, roubando-lhe a existência. Assim se explica que, na superfície da sua alma, “superfície de lágrima, as cousas projectam a sua imagem; (…) como um grande espelho numa sala de baile, reproduzindo os dançarinos”. O escritor, possuído pelo Acaso, “é um personagem nas mãos de Molière ou Shakespeare”, sendo obrigado a dançar na “corda bamba”, para espectáculo dos deuses. O Bailado, 1921, assemelha-se a uma “velha sala de visitas”, repleta de pessoas desaparecidas que o escritor reuniu, como se a criação fosse, como escreve Pascoaes em Verbo Escuro, um baile de máscaras.