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O dia cinzento e outros contos (3ª ed.) xx

LT009467
1977
Mário Dionísio

Editora Europa-América
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€15
Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Colecção
  • Obras de Mário Dionísio 2
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT009467
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 294

Descrição

Com desenho inédito de Júlio Pomar

O Dia Cinzento e Outros Contos revela-nos em Mário Dionísio uma invulgar garra de contista. Ignorado, ou quase, pela crítica aquando do seu aparecimento, o livro cresceu com os anos no juízo dos críticos e na aceitação do público. Talvez isso se tenha devido ao facto de se tratar dum livro inovador. Efectivamente, não podemos esquecer as palavras que acerca da obra escreveu Fernando Namora: «Relendo este O Dia Cinzento, aí estão, mais salientes do que nunca, as raízes da sua representatividade e uma densidade de atmosferas {…} que mostram quanto o neo-realismo dos anos 40 já anunciava as inquietantes sondagens e até à subtileza arquitectural da literatura do presente.»

O dia cinzento e outros contos (3ª ed.) xx

€15

LT009467
1977
Mário Dionísio
Editora Europa-América
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1977
  • Colecção
  • Obras de Mário Dionísio 2
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT009467
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 294
Descrição

Com desenho inédito de Júlio Pomar

O Dia Cinzento e Outros Contos revela-nos em Mário Dionísio uma invulgar garra de contista. Ignorado, ou quase, pela crítica aquando do seu aparecimento, o livro cresceu com os anos no juízo dos críticos e na aceitação do público. Talvez isso se tenha devido ao facto de se tratar dum livro inovador. Efectivamente, não podemos esquecer as palavras que acerca da obra escreveu Fernando Namora: «Relendo este O Dia Cinzento, aí estão, mais salientes do que nunca, as raízes da sua representatividade e uma densidade de atmosferas {…} que mostram quanto o neo-realismo dos anos 40 já anunciava as inquietantes sondagens e até à subtileza arquitectural da literatura do presente.»