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O grande cidadão (1ª ed.) xx

LT010576
1963
Virgílio Martinho

Editora Arcádia
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€17
Mais detalhes
  • Ano
  • 1963
  • Colecção
  • Autores Portugueses
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010576
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 11,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 295

Descrição

«Virgílio Martinho nasceu em Lisboa em 1928 [m. 1994], mas viveu toda a sua infância pela província, onde seu pai era ferroviário. Voltou à capital, já na adolescência, e aqui estudou e completou um curso secundário, sendo actualmente desenhador técnico. Dedicando-se à literatura, publicou um pequeno volume, Festa Pública, integrado na colecção A Antologia em 1958, organizada por Mário Cesariny de Vasconcelos, o que lhe valeu o apodo de prosador surrealista. O Grande Cidadão tem um certo ar de romance de antecipação. Na cidade onde a acção se passa, as ruas, as praças, os parques, as estradas, e também os governantes, as gentes, não possuem nomes do nosso tempo, determinados, comemorativos, de homenagem, mas sim nomes espaciais, quantitativos, geométricos; e os homens que dominam a cidade, sob as ordens do Grande Cidadão, são louros, fortes, super-homens feitos em série. Mas só aparentemente este romance é de antecipação: o que se quis foi dar em forma romanesca, despersonalizando o mais possível o espaço e o tempo, o processo impiedoso e terrível de todos os regimes totalitários, actuais ou passados. E com esse processo, a história daqueles que arriscam tudo para combater “O Grande Cidadão”, que se obstinam na humanidade, nos quais subsiste a face humana capaz de amar verdadeiramente, capaz do sacrifício e da solidariedade.»

O grande cidadão (1ª ed.) xx

€17

LT010576
1963
Virgílio Martinho
Editora Arcádia
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 1963
  • Colecção
  • Autores Portugueses
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT010576
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 11,00 x 18,00 x
  • Nº Páginas
  • 295
Descrição

«Virgílio Martinho nasceu em Lisboa em 1928 [m. 1994], mas viveu toda a sua infância pela província, onde seu pai era ferroviário. Voltou à capital, já na adolescência, e aqui estudou e completou um curso secundário, sendo actualmente desenhador técnico. Dedicando-se à literatura, publicou um pequeno volume, Festa Pública, integrado na colecção A Antologia em 1958, organizada por Mário Cesariny de Vasconcelos, o que lhe valeu o apodo de prosador surrealista. O Grande Cidadão tem um certo ar de romance de antecipação. Na cidade onde a acção se passa, as ruas, as praças, os parques, as estradas, e também os governantes, as gentes, não possuem nomes do nosso tempo, determinados, comemorativos, de homenagem, mas sim nomes espaciais, quantitativos, geométricos; e os homens que dominam a cidade, sob as ordens do Grande Cidadão, são louros, fortes, super-homens feitos em série. Mas só aparentemente este romance é de antecipação: o que se quis foi dar em forma romanesca, despersonalizando o mais possível o espaço e o tempo, o processo impiedoso e terrível de todos os regimes totalitários, actuais ou passados. E com esse processo, a história daqueles que arriscam tudo para combater “O Grande Cidadão”, que se obstinam na humanidade, nos quais subsiste a face humana capaz de amar verdadeiramente, capaz do sacrifício e da solidariedade.»