Os Clandestinos, um romance de uma geração traumatizada e frustrada, mas elevada por um hino de esperança. É simultâneamente um fresco realista e cruel de um momento histórico da nossa vida politica. Um belo romance da dor, da melancolia, e da desesperança. Fernando Gonçalves Namora (1919-1989). Poeta, pintor, ficcionista e ensaísta. formou-se em Medicina pela Universidade de Coimbra. Colaborou com várias publicações periódicas, como Sol Nascente, O Diabo, Seara Nova, Mundo Literário, Presença, Altitude, Revista de Portugal, Vértice, entre outras. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Casa da Malta (1945); O Trigo e o Joio (1955); Retalhos da vida de um médico (1949-63); As Frias Madrugadas (1959).
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Os Clandestinos, um romance de uma geração traumatizada e frustrada, mas elevada por um hino de esperança. É simultâneamente um fresco realista e cruel de um momento histórico da nossa vida politica. Um belo romance da dor, da melancolia, e da desesperança. Fernando Gonçalves Namora (1919-1989). Poeta, pintor, ficcionista e ensaísta. formou-se em Medicina pela Universidade de Coimbra. Colaborou com várias publicações periódicas, como Sol Nascente, O Diabo, Seara Nova, Mundo Literário, Presença, Altitude, Revista de Portugal, Vértice, entre outras. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Casa da Malta (1945); O Trigo e o Joio (1955); Retalhos da vida de um médico (1949-63); As Frias Madrugadas (1959).