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Os pavões de Gori

LT008082
2010
Filomena Cabral

Editora Teorema
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 2010
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT008082
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 189

Descrição

Decalcando exemplos do passado, as mesmas potências decidiam provocar-se entre si, uma vez ainda, e pelo caminho outras; como que enfastiadas da ameaça terrorista, tentavam algo mais assustador. E se, nesse mesmo Agosto, renascera, no pólo da democracia, a esperança mobilizadora, em Gori, pelo contrário, parecia observar-se a tentativa do caos. Será sempre urgente, embora com algum lirismo, o respeito pela reserva de sonho, pela teimosia - qual vício da alma -, pela consciência dos lugares moribundos, no contexto da narrativa historiográfica: permite-nos olhar de frente os poderosos e dialogar com eles, como se todos fôssemos eternos, por interposto meio. Jamais deixarão de esconder, e nós de denunciar. O escritor, sendo um ponto de passagem para o texto, «decifra traços», com a necessária prudência: o mundo não esquece, acomoda-se.

Os pavões de Gori

€8

LT008082
2010
Filomena Cabral
Editora Teorema
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2010
  • Edição
  • 1
  • Código
  • LT008082
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 189
Descrição

Decalcando exemplos do passado, as mesmas potências decidiam provocar-se entre si, uma vez ainda, e pelo caminho outras; como que enfastiadas da ameaça terrorista, tentavam algo mais assustador. E se, nesse mesmo Agosto, renascera, no pólo da democracia, a esperança mobilizadora, em Gori, pelo contrário, parecia observar-se a tentativa do caos. Será sempre urgente, embora com algum lirismo, o respeito pela reserva de sonho, pela teimosia - qual vício da alma -, pela consciência dos lugares moribundos, no contexto da narrativa historiográfica: permite-nos olhar de frente os poderosos e dialogar com eles, como se todos fôssemos eternos, por interposto meio. Jamais deixarão de esconder, e nós de denunciar. O escritor, sendo um ponto de passagem para o texto, «decifra traços», com a necessária prudência: o mundo não esquece, acomoda-se.