Tradução de Helena Tavares, Ana Vilela e Filomena Pereira.
Coordenação e revisão de Ana de Almeida.
«Estes 75 ensaios demonstram a versatilidade e a visão profética do "mais interessante romancista a trabalhar actualmente na língua inglesa". Em Pátrias Imaginárias, Salman Rushdie dirige um olhar penetrante aos seus colegas escritores, de Raymond Carver a John Le Carré, de Italo Calvino a Günter Grass, de García Márquez a Vargas Llosa; a filmes como Gandhi e Brasil; e, muito provocadoramente, aos campos minados da raça da polícia e da religião dos finais do século vinte. Ele destrói as nossas ideias recebidas - e obriga-nos a considerar outras novas - com eloquência e revigorante indignação.»
Escritor inglês de origem indiana, Salman Rushdie nasceu a 19 de junho de 1947, em Bombaim (Índia). Terminou em 1968 a licenciatura em História na Universidade de Cambridge e trabalhou como actor e redactor publicitário. Apesar de o seu nome se ter tornado famoso em todo o mundo por ter sido condenado à morte por motivos religiosos, Rushdie já antes se havia notabilizado com o seu segundo romance Midnight's Children (Os Filhos da Meia-noite, 1980) que recebeu não só o Booker Prize desse ano mas também, em 1993, o Booker of Bookers para o melhor dos vencedores desse prémio num período de 25 anos. Antes deste já tinha escrito Grimus (1975). Entre antologias de contos e ensaios foi publicando os romances Haroun and the Sea of Stories (Harum e o Mar de Histórias , 1990), The Moor's Last Sigh (O Último Suspiro do Mouro , 1995) e The Ground Beneath Her Feet (O Chão que Ela Pisa , 1999). A obra de Rushdie é marcada pelo fascínio pelas cultura e mitologia indo-europeias, sendo constituída por fábulas alegóricas sobre temas históricos e filosóficos.
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Tradução de Helena Tavares, Ana Vilela e Filomena Pereira.
Coordenação e revisão de Ana de Almeida.
«Estes 75 ensaios demonstram a versatilidade e a visão profética do "mais interessante romancista a trabalhar actualmente na língua inglesa". Em Pátrias Imaginárias, Salman Rushdie dirige um olhar penetrante aos seus colegas escritores, de Raymond Carver a John Le Carré, de Italo Calvino a Günter Grass, de García Márquez a Vargas Llosa; a filmes como Gandhi e Brasil; e, muito provocadoramente, aos campos minados da raça da polícia e da religião dos finais do século vinte. Ele destrói as nossas ideias recebidas - e obriga-nos a considerar outras novas - com eloquência e revigorante indignação.»
Escritor inglês de origem indiana, Salman Rushdie nasceu a 19 de junho de 1947, em Bombaim (Índia). Terminou em 1968 a licenciatura em História na Universidade de Cambridge e trabalhou como actor e redactor publicitário. Apesar de o seu nome se ter tornado famoso em todo o mundo por ter sido condenado à morte por motivos religiosos, Rushdie já antes se havia notabilizado com o seu segundo romance Midnight's Children (Os Filhos da Meia-noite, 1980) que recebeu não só o Booker Prize desse ano mas também, em 1993, o Booker of Bookers para o melhor dos vencedores desse prémio num período de 25 anos. Antes deste já tinha escrito Grimus (1975). Entre antologias de contos e ensaios foi publicando os romances Haroun and the Sea of Stories (Harum e o Mar de Histórias , 1990), The Moor's Last Sigh (O Último Suspiro do Mouro , 1995) e The Ground Beneath Her Feet (O Chão que Ela Pisa , 1999). A obra de Rushdie é marcada pelo fascínio pelas cultura e mitologia indo-europeias, sendo constituída por fábulas alegóricas sobre temas históricos e filosóficos.