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Pedra-de-paciência – Syngué Sabour xx

LT009893
2008
Atiq Rahimi

Editora Teorema
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€13
Mais detalhes
  • Ano
  • 2008
  • Tradutor
  • Carlos Correia Monteiro de Oliveira
  • Código
  • LT009893
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 111

Descrição

O amor e o ódio, a guerra e a paz e a vida e a morte, pela voz de uma mulher afegã que tem a dimensão e a universalidade de uma figura de tragédia grega. Ao contrário do que acontecia nos seus livros anteriores, Atiq Rahimi, no mesmo tom elíptico e poético, que já caracterizavam os seus livros anteriores, descreve o dia-a-dia de uma mulher que trata rotineiramente do seu marido, um combatente que, com uma bala enfiada na nuca, se encontra em estado de coma. Como tal, não vê, não ouve, não fala nem reage a qualquer estímulo. A mulher foge com as filhas para a casa de uma tia para a pôr a salvo, mas volta sempre para a sua cabeceira. O homem transformou-se na sua "pedra-de-paciência". Um dia a pedra racha e com ela desaparecem os segredos, as misérias e as dores confessadas. Mas a libertação é apenas ilusória e o livro acaba numa tragédia de uma violência ianudita.

Pedra-de-paciência – Syngué Sabour xx

€13

LT009893
2008
Atiq Rahimi
Editora Teorema
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2008
  • Tradutor
  • Carlos Correia Monteiro de Oliveira
  • Código
  • LT009893
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 111
Descrição

O amor e o ódio, a guerra e a paz e a vida e a morte, pela voz de uma mulher afegã que tem a dimensão e a universalidade de uma figura de tragédia grega. Ao contrário do que acontecia nos seus livros anteriores, Atiq Rahimi, no mesmo tom elíptico e poético, que já caracterizavam os seus livros anteriores, descreve o dia-a-dia de uma mulher que trata rotineiramente do seu marido, um combatente que, com uma bala enfiada na nuca, se encontra em estado de coma. Como tal, não vê, não ouve, não fala nem reage a qualquer estímulo. A mulher foge com as filhas para a casa de uma tia para a pôr a salvo, mas volta sempre para a sua cabeceira. O homem transformou-se na sua "pedra-de-paciência". Um dia a pedra racha e com ela desaparecem os segredos, as misérias e as dores confessadas. Mas a libertação é apenas ilusória e o livro acaba numa tragédia de uma violência ianudita.