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Vinte anos de manicómio xx (Fac-Simile)

LT013028
2021
Carmen de Figueiredo

Editora A Bela e o Monstro
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€5
Mais detalhes
  • Ano
  • 2021
  • Código
  • LT013028
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 12,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 240

Descrição

Vinte Anos de Manicómio, de 1950, centra-se na vida amorosa de Lourdes Bento que, desde cedo e contra a vontade do pai, manifesta uma natureza luxuriante e sexual. De modo a proteger a honra da filha e afastá-la dos braços de Paulo Macário – “um desses trapos humanos a que o vinho e todo o género de deboche tinha embotado a sensibilidade” –, o seu pai obriga-a a casar com João Lúcio, porém, não demora muito até que Lourdes caia no caminho do adultério. Ao descobrir que é traído pela mulher, João Lúcio adoece e é internado num manicómio. O realismo e crueza com que Carmen de Figueiredo descreve as cenas íntimas e sexuais terá motivado a censura. “Parece-me condenável este romance pelos trechos (por vezes páginas inteiras) de realismo tão cru e descrições de tal basévia e lubricidade”, pode ler-se no relatório da PIDE.

Vinte anos de manicómio xx (Fac-Simile)

€5

LT013028
2021
Carmen de Figueiredo
Editora A Bela e o Monstro
Idioma Português PT
Estado : Como Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2021
  • Código
  • LT013028
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 12,00 x 19,00 x
  • Nº Páginas
  • 240
Descrição

Vinte Anos de Manicómio, de 1950, centra-se na vida amorosa de Lourdes Bento que, desde cedo e contra a vontade do pai, manifesta uma natureza luxuriante e sexual. De modo a proteger a honra da filha e afastá-la dos braços de Paulo Macário – “um desses trapos humanos a que o vinho e todo o género de deboche tinha embotado a sensibilidade” –, o seu pai obriga-a a casar com João Lúcio, porém, não demora muito até que Lourdes caia no caminho do adultério. Ao descobrir que é traído pela mulher, João Lúcio adoece e é internado num manicómio. O realismo e crueza com que Carmen de Figueiredo descreve as cenas íntimas e sexuais terá motivado a censura. “Parece-me condenável este romance pelos trechos (por vezes páginas inteiras) de realismo tão cru e descrições de tal basévia e lubricidade”, pode ler-se no relatório da PIDE.