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O Diabo – Giovanni Papini

LT009354

Giovanni Papini

Editora Livros do Brasil
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Colecção
  • Dois Mundos 20
  • Tradutor
  • Fernando Amado
  • Capa
  • Bernardo Marques
  • Código
  • LT009354
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 280

Descrição

O diabo: apontamentos para uma futura diabologia

«Confesso ter lido cada um dos 30 volumes de Papini pelo menos três vezes (e confesso isso sabendo que certos idiotas de espírito tornarão a apregoar meu "papinismo"). Continuo a adorar tudo a respeito de Papini, tal qual é. Creio que não haja melhor elogio que se possa fazer a um escritor que o de confessar adorá-lo inteiramente ainda que dele se separem as idéias, o temperamento e os princípios religiosos ou morais. Por trás daqueles 30 volumes há um homem excessivamente vivo e íntegro. Os milhares de livros que leu não mudaram-no. As idéias que promoveu e abandonou uma após a outra não tornaram-no seco. A vastidade de sua obra não conseguiu bloqueá-lo, paralizá-lo, entregá-lo completamente à história morta. Ninguém em nosso século, nem mesmo André Gide, deparou-se com tantas experiências e lutou em tantos fronts. E enquanto Gide não podia mais abster-se daquele conceito de equivocada "gratuidade", Papini se personificava em tudo aquilo que fazia no momento. Amava e odiava com paixão, com cada fibra de seu corpo, a amostra de uma vitalidade e de uma densidade espiritual raras. Hoje em dia que uma classe toda de Homens cumprem os compromissos por medo de se expor, o exemplo de Papini pode tornar a ser atual novamente. É um homem que não se envergonha de seus erros. Um verdadeiro gesto de um gênio. Somente os inúteis e medíocres se preocupam com a perfeita coerência dos próprios pensamentos, e são obcecados pelo medo de errarem. Papini errou, foi veementemente contraditório e exposto. Todavia permaneceu mais de sua obra do que de cada obra perfeitamente delineada, medida a risca e corrigida da primeira a ultima página.» Mircea Eliade

O Diabo – Giovanni Papini

€10

LT009354

Giovanni Papini
Editora Livros do Brasil
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Colecção
  • Dois Mundos 20
  • Tradutor
  • Fernando Amado
  • Capa
  • Bernardo Marques
  • Código
  • LT009354
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 280
Descrição

O diabo: apontamentos para uma futura diabologia

«Confesso ter lido cada um dos 30 volumes de Papini pelo menos três vezes (e confesso isso sabendo que certos idiotas de espírito tornarão a apregoar meu "papinismo"). Continuo a adorar tudo a respeito de Papini, tal qual é. Creio que não haja melhor elogio que se possa fazer a um escritor que o de confessar adorá-lo inteiramente ainda que dele se separem as idéias, o temperamento e os princípios religiosos ou morais. Por trás daqueles 30 volumes há um homem excessivamente vivo e íntegro. Os milhares de livros que leu não mudaram-no. As idéias que promoveu e abandonou uma após a outra não tornaram-no seco. A vastidade de sua obra não conseguiu bloqueá-lo, paralizá-lo, entregá-lo completamente à história morta. Ninguém em nosso século, nem mesmo André Gide, deparou-se com tantas experiências e lutou em tantos fronts. E enquanto Gide não podia mais abster-se daquele conceito de equivocada "gratuidade", Papini se personificava em tudo aquilo que fazia no momento. Amava e odiava com paixão, com cada fibra de seu corpo, a amostra de uma vitalidade e de uma densidade espiritual raras. Hoje em dia que uma classe toda de Homens cumprem os compromissos por medo de se expor, o exemplo de Papini pode tornar a ser atual novamente. É um homem que não se envergonha de seus erros. Um verdadeiro gesto de um gênio. Somente os inúteis e medíocres se preocupam com a perfeita coerência dos próprios pensamentos, e são obcecados pelo medo de errarem. Papini errou, foi veementemente contraditório e exposto. Todavia permaneceu mais de sua obra do que de cada obra perfeitamente delineada, medida a risca e corrigida da primeira a ultima página.» Mircea Eliade