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Aldeia Nova de Ourique - Sua História, Suas Gentes xx

LT006513
2020
José M. Dionísio

Editora Narrativa
Idioma Português PT
Estado : Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€12,5
Mais detalhes
  • Ano
  • 2020
  • Código
  • LT006513
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 21,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 144

Descrição

Prefácio de Vítor Encarnação

Não acredito muito no futuro quando ele não vem alicerçado no passado. Não conheço nem árvore, nem vida, nem terra, que, fazendo tábua rasa das suas raízes, dê algum fruto de jeito.Limitada pela vertigem da pequena e momentânea glória, a modernidade tem a mania de só olhar em frente e por isso comete o erro absoluto de não querer levar nenhuma bagagem consigo. E que falta nos faz a bagagem quando viajamos.Esquecer o chão, desvalorizar a essência, negar o antigo, são as premissas usadas por aqueles que acham que o mundo e as coisas realmente importantes começam apenas durante as suas fantásticas existências. Quanto muito, para parecer bem e estar na moda, conferem um toque folclórico e castiço aos costumes e às tradições. O caminho é outro, o caminho que se tem de percorrer é mais longo e mais árduo, mais discreto e mais humilde, mas só a sua senda permite manter viva a memória. A memória é a raiz que tudo sustenta, a memória é uma ponte erguida sobre o abismo do esquecimento.

Aldeia Nova de Ourique - Sua História, Suas Gentes xx

€12,5

LT006513
2020
José M. Dionísio
Editora Narrativa
Idioma Português PT
Estado : Novo
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2020
  • Código
  • LT006513
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 21,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 144
Descrição

Prefácio de Vítor Encarnação

Não acredito muito no futuro quando ele não vem alicerçado no passado. Não conheço nem árvore, nem vida, nem terra, que, fazendo tábua rasa das suas raízes, dê algum fruto de jeito.Limitada pela vertigem da pequena e momentânea glória, a modernidade tem a mania de só olhar em frente e por isso comete o erro absoluto de não querer levar nenhuma bagagem consigo. E que falta nos faz a bagagem quando viajamos.Esquecer o chão, desvalorizar a essência, negar o antigo, são as premissas usadas por aqueles que acham que o mundo e as coisas realmente importantes começam apenas durante as suas fantásticas existências. Quanto muito, para parecer bem e estar na moda, conferem um toque folclórico e castiço aos costumes e às tradições. O caminho é outro, o caminho que se tem de percorrer é mais longo e mais árduo, mais discreto e mais humilde, mas só a sua senda permite manter viva a memória. A memória é a raiz que tudo sustenta, a memória é uma ponte erguida sobre o abismo do esquecimento.