«Também se chamam homens de respeito e homens de bem. São muitas vezes árbitros em pleitos familiares e jurisconsultos em problemas de pesca. Escravos da palavra e responsáveis pelos seus actos, preferem suportar graves prejuízos a vergarem-se perante uma injustiça. Eu morra naquele mar afogado! é uma jura sacramental.»
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«Também se chamam homens de respeito e homens de bem. São muitas vezes árbitros em pleitos familiares e jurisconsultos em problemas de pesca. Escravos da palavra e responsáveis pelos seus actos, preferem suportar graves prejuízos a vergarem-se perante uma injustiça. Eu morra naquele mar afogado! é uma jura sacramental.»