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O soldado fanfarrão

LT011421
1987
Plauto

Editora Instituto Nacional de Investigação Cientifica
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€12
Mais detalhes
  • Ano
  • 1987
  • Colecção
  • Textos Clássicos
  • Tradutor
  • Carlos Alberto Louro Fonseca
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT011421
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 172

Descrição

Introdução, versão do latim e notas de Carlos Alberto Louro Fonseca

«Com os seus 1437 versos, o Miles gloriosus é tanto quanto podemos avaliar pelo texto das vinte varronianas que possuímos – a peça mais longa e uma das mais antigas de Plauto 1. Mas nem por isso ela causa ao leitor (e quem dera podermos escrever, antes, espectador!) a mais leve sombra de enfado. Deve-se tal facto não apenas ao movimentado da acção e à graça – por vezes um tanto pesada, diga-se em abono da verdade – -da linguagem, mas, sobretudo, ao desfile dos vários tipos, um dos quais, pelo menos, é ainda dos nossos dias: o do fanfarrão aquele indivíduo que, não passando de um pobre diabo, se julga muito acima do comum dos mortais e que, não raro, é vítima das suas próprias fantasias.» da Introdução

O soldado fanfarrão

€12

LT011421
1987
Plauto
Editora Instituto Nacional de Investigação Cientifica
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1987
  • Colecção
  • Textos Clássicos
  • Tradutor
  • Carlos Alberto Louro Fonseca
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT011421
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 16,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 172
Descrição

Introdução, versão do latim e notas de Carlos Alberto Louro Fonseca

«Com os seus 1437 versos, o Miles gloriosus é tanto quanto podemos avaliar pelo texto das vinte varronianas que possuímos – a peça mais longa e uma das mais antigas de Plauto 1. Mas nem por isso ela causa ao leitor (e quem dera podermos escrever, antes, espectador!) a mais leve sombra de enfado. Deve-se tal facto não apenas ao movimentado da acção e à graça – por vezes um tanto pesada, diga-se em abono da verdade – -da linguagem, mas, sobretudo, ao desfile dos vários tipos, um dos quais, pelo menos, é ainda dos nossos dias: o do fanfarrão aquele indivíduo que, não passando de um pobre diabo, se julga muito acima do comum dos mortais e que, não raro, é vítima das suas próprias fantasias.» da Introdução