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Um coleccionador de angústias

LT008207
1962
Fidelino de Figueiredo

Editora Guimarães
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1962
  • Colecção
  • Filosofia & Ensaios
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT008207
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 325

Descrição

«É já na sua infância que Fidelino revela a sua sensibilidade e predisposição para ser um natural “coleccionador de angústias”. Foi criado por uma ama e pelo seu marido até aos 8 anos, aspecto que o marcou profundamente e que relata nas suas autobiografias. O seu espírito livre e crítico cedo o fez afastar de qualquer tipo de partidarismo, sectarismo político, bem como da religião praticada institucionalmente. Da religião guardou mais na memória o culto místico à Rainha Santa que a sua mãe praticava do que o formalismo institucional de seu pai quando ia à missa mais por obrigação. Estudou no Liceu Central de Lisboa no Largo do Carmo. Licenciou-se em Ciências Histórico-Geográficas na Faculdade de Letras, em 1910. Dedicou-se inicialmente ao ensino, primeiramente liceal e depois superior e à vida política no período instável que se seguiu à implantação da República. Teve vários cargos públicos: foi deputado no Sinodismo, exerceu funções no Ministério da Educação e foi Director da Biblioteca Nacional. Envolveu-se politicamente com o consulado de Sidónio Pais, e depois em 1927, no chamado golpe dos Fifis, movimento de oposição ao governo saído da revolução de 28 de Maio de 1926 –facto que esteve na origem da sua deportação para Angola e consequente exílio de 2 anos em Espanha. Foi durante esse período Professor de Literatura Portuguesa na Universidade Central de Madrid. Regressou a Portugal e nos anos 30 celebrizou-se nas actividades de conferencista e professor convidado de Literatura em várias universidades europeias e norte-americanas. Esteve nos Estados Unidos, no México e no Brasil. Neste último ficará por cerca de 13 anos, criando fortes raízes e relações intelectuais. A principal actividade aí desempenhada será a docência como tutelar da cátedra de estudos portugueses, onde deixará vários ilustres seguidores. Devido a uma doença crónica e degenerativa neuro-muscular regressa a Lisboa em 1951 onde residirá até à sua morte.» in fabricadesites.fcsh.unl.pp

Um coleccionador de angústias

€10

LT008207
1962
Fidelino de Figueiredo
Editora Guimarães
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1962
  • Colecção
  • Filosofia & Ensaios
  • Edição
  • 3
  • Código
  • LT008207
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 325
Descrição

«É já na sua infância que Fidelino revela a sua sensibilidade e predisposição para ser um natural “coleccionador de angústias”. Foi criado por uma ama e pelo seu marido até aos 8 anos, aspecto que o marcou profundamente e que relata nas suas autobiografias. O seu espírito livre e crítico cedo o fez afastar de qualquer tipo de partidarismo, sectarismo político, bem como da religião praticada institucionalmente. Da religião guardou mais na memória o culto místico à Rainha Santa que a sua mãe praticava do que o formalismo institucional de seu pai quando ia à missa mais por obrigação. Estudou no Liceu Central de Lisboa no Largo do Carmo. Licenciou-se em Ciências Histórico-Geográficas na Faculdade de Letras, em 1910. Dedicou-se inicialmente ao ensino, primeiramente liceal e depois superior e à vida política no período instável que se seguiu à implantação da República. Teve vários cargos públicos: foi deputado no Sinodismo, exerceu funções no Ministério da Educação e foi Director da Biblioteca Nacional. Envolveu-se politicamente com o consulado de Sidónio Pais, e depois em 1927, no chamado golpe dos Fifis, movimento de oposição ao governo saído da revolução de 28 de Maio de 1926 –facto que esteve na origem da sua deportação para Angola e consequente exílio de 2 anos em Espanha. Foi durante esse período Professor de Literatura Portuguesa na Universidade Central de Madrid. Regressou a Portugal e nos anos 30 celebrizou-se nas actividades de conferencista e professor convidado de Literatura em várias universidades europeias e norte-americanas. Esteve nos Estados Unidos, no México e no Brasil. Neste último ficará por cerca de 13 anos, criando fortes raízes e relações intelectuais. A principal actividade aí desempenhada será a docência como tutelar da cátedra de estudos portugueses, onde deixará vários ilustres seguidores. Devido a uma doença crónica e degenerativa neuro-muscular regressa a Lisboa em 1951 onde residirá até à sua morte.» in fabricadesites.fcsh.unl.pp