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O coronavírus e "a literatura ameaçada”

«Um espirro em público, daqueles mais iracundos, por estes dias, gera à volta um efeito não menos dramático do que berrar “Bomba!” num aeroporto. Mais que constrangedor, esse reflexo incontrolável tornou-se uma indecência. É um bom termómetro do ambiente de paranóia que se está a gerar. E a programação cultural das nossas cidades já começou a ressentir-se. Depois do encerramento do Louvre, foi a vez do Salão do Livro de Paris ser anulado por razões de saúde pública. O principal evento do sector em França, iria realizar-se de 20 a 23 de março, e se o enredo desses dias que agora se deslocam para o hemisfério da imaginação poderia dar uma excelente novela, a organização preferiu não arriscar.» Diogo Vaz Pinto, Ionline.

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