Rui-Mário Gonçalves licenciou-se em Ciências Físico-Químicas pela Universidade de Lisboa. Desde muito jovem que as artes plásticas constituíram o objecto primeiro dos seus interesses e do seu estudo. Promoveu, no âmbito das associações académicas, diversas exposições didácticas com reproduções e exposições colectivas de artistas portugueses, designadamente a Primeira Retrospectiva da Pintura Não-Figurativa Portuguesa (1958). Foi presidente das RIC (Reuniões Inter-Culturais). Em 1963, a Fundação Calouste Gulbenkian atribuiu-lhe o Prémio Gulbenkian de Crítica de Arte. Nesse mesmo ano foi para Paris como bolseiro, tendo estudado com Pierre Francastel e outros mestres de renome internacional.
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Rui-Mário Gonçalves licenciou-se em Ciências Físico-Químicas pela Universidade de Lisboa. Desde muito jovem que as artes plásticas constituíram o objecto primeiro dos seus interesses e do seu estudo. Promoveu, no âmbito das associações académicas, diversas exposições didácticas com reproduções e exposições colectivas de artistas portugueses, designadamente a Primeira Retrospectiva da Pintura Não-Figurativa Portuguesa (1958). Foi presidente das RIC (Reuniões Inter-Culturais). Em 1963, a Fundação Calouste Gulbenkian atribuiu-lhe o Prémio Gulbenkian de Crítica de Arte. Nesse mesmo ano foi para Paris como bolseiro, tendo estudado com Pierre Francastel e outros mestres de renome internacional.