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Cruzada contra o Graal

LT019820
2000
Otto Rahn

Editora Hugin
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€25
Mais detalhes
  • Ano
  • 2000
  • Tradutor
  • António Carlos Rangel
  • Código
  • LT019820
  • ISBN
  • 9799728534492
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 244

Descrição

Grandeza e queda dos Albigenses

Cruzada contra o Graal foi o livro que popularizou a lenda dos Cátaros e do Santo Graal. A primeira edição apareceu na Alemanha em 1933, na qual Otto Rahn relata as expedições que realizou nas grutas dos Pirinéus onde os heréticos cátaros se refugiaram no século XIII. Durante décadas o livro foi traduzido em várias línguas e inspirou autores como Trevor Ravenscroft e Jean-Michel Angebert.

Otto Rahn acreditava que o épico «Parzival» de Wolfram von Eschenbach era a chave para os mistérios cátaros e para a localização do Santo Graal. Rahn via no «Parzival» não uma obra de ficção mas um relato histórico dos Cátaros e dos Cavaleiros Templários, guardiães do Graal. A cruzada do Vaticano contra os Cátaros tornou-se numa guerra que colocou Roma contra o Amor, na qual a igreja triunfou, pela espada e pela fogueira, sobre a pura fé dos Cátaros.

Prefácio de Arnaud d'Apremont


LT019820
2000
Otto Rahn
Editora Hugin
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2000
  • Tradutor
  • António Carlos Rangel
  • Código
  • LT019820
  • ISBN
  • 9799728534492
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 15,00 x 23,00 x
  • Nº Páginas
  • 244
Descrição

Grandeza e queda dos Albigenses

Cruzada contra o Graal foi o livro que popularizou a lenda dos Cátaros e do Santo Graal. A primeira edição apareceu na Alemanha em 1933, na qual Otto Rahn relata as expedições que realizou nas grutas dos Pirinéus onde os heréticos cátaros se refugiaram no século XIII. Durante décadas o livro foi traduzido em várias línguas e inspirou autores como Trevor Ravenscroft e Jean-Michel Angebert.

Otto Rahn acreditava que o épico «Parzival» de Wolfram von Eschenbach era a chave para os mistérios cátaros e para a localização do Santo Graal. Rahn via no «Parzival» não uma obra de ficção mas um relato histórico dos Cátaros e dos Cavaleiros Templários, guardiães do Graal. A cruzada do Vaticano contra os Cátaros tornou-se numa guerra que colocou Roma contra o Amor, na qual a igreja triunfou, pela espada e pela fogueira, sobre a pura fé dos Cátaros.

Prefácio de Arnaud d'Apremont