Vampiros! Se esta palavra actualmente não evoca mais do que os terrores de salas obscuras, não desperta menos em nós, o eco dos medos ancestrais eternamente ocultos no mais profundo do nosso ser. É que o vampiro encarna a morte horrenda que nos espia sem descanso. Este medo explica a universalidade do mito dos sugadores de sangue das nossas lendas. O tema dos vampiros é, com efeito, conhecido em todo o mundo. Todas as tradições populares o testemunham. Este B.A BA dos Vampiros pretende, de alguma forma, reabilitar o mito face às deformações que teve de suportar, não somente através da literatura e do cinema, como também por alguns autores mal informados. As criaturas da noite evocadas nestas páginas talvez surpreendam o leitor, pois elas não se parecem nada com o conde Drácula, que não é mais do que uma cópia ridícula, ainda que represente actualmente o arquétipo do vampiro aos olhos do público ignorante. Este livro pretende apresentar o vampiro original, reproduzido na sua força bruta e arcaica. Esse, não se transforma em morcego, não suga continuamente o sangue ou não se contenta só com isso. A morte, horrenda e devoradora, ronda em cada página. Em redor desta ideia mestra, e da crença numa via póstuma, articula-se o mito do vampiro.
Vampiros! Se esta palavra actualmente não evoca mais do que os terrores de salas obscuras, não desperta menos em nós, o eco dos medos ancestrais eternamente ocultos no mais profundo do nosso ser. É que o vampiro encarna a morte horrenda que nos espia sem descanso. Este medo explica a universalidade do mito dos sugadores de sangue das nossas lendas. O tema dos vampiros é, com efeito, conhecido em todo o mundo. Todas as tradições populares o testemunham. Este B.A BA dos Vampiros pretende, de alguma forma, reabilitar o mito face às deformações que teve de suportar, não somente através da literatura e do cinema, como também por alguns autores mal informados. As criaturas da noite evocadas nestas páginas talvez surpreendam o leitor, pois elas não se parecem nada com o conde Drácula, que não é mais do que uma cópia ridícula, ainda que represente actualmente o arquétipo do vampiro aos olhos do público ignorante. Este livro pretende apresentar o vampiro original, reproduzido na sua força bruta e arcaica. Esse, não se transforma em morcego, não suga continuamente o sangue ou não se contenta só com isso. A morte, horrenda e devoradora, ronda em cada página. Em redor desta ideia mestra, e da crença numa via póstuma, articula-se o mito do vampiro.