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Como ler e porquê xx

LT008616
2001
Harold Bloom

Editora Caminho
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€21
Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Tradutor
  • Clara Rowland
  • Código
  • LT008616
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 375

Descrição

«Não há uma forma única de ler bem, apesar de existir uma razão fundamental para ler. A informação é-nos infinitamente disponível, mas onde poderemos encontrar a sabedoria? [...] Ler bem é um dos grandes prazeres que a solidão nos pode proporcionar, porque é, pelo menos segunda a minha experiência, o prazer mais regenerador. [...] Este livro ensina como e porque ler, procedendo através de uma variedade de exemplos e de casos: poemas curtos e longos, contos, romances e textos dramáticos. [...] Virginia Woolf pensava incessantemente, e lia tanto quanto podia. Tinha vários conselhos para dar aos outros leitores, e eu, ao longo deste livro, segui-os com agrado. De todos, o melhor foi lembrar-nos de que "existe sempre um demónio em nós que murmura 'adoro', 'odeio', e não o podemos silenciar". Não posso silenciar o meu demónio, mas neste livro irei ouvi-lo apenas quando murmura "adoro", pois não tenho intenção de trazer para aqui polémicas. Quero apenas ensinar a ler.» H.B., in Prefácio

Como ler e porquê xx

€21

LT008616
2001
Harold Bloom
Editora Caminho
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

Mais detalhes
  • Ano
  • 2001
  • Tradutor
  • Clara Rowland
  • Código
  • LT008616
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 375
Descrição

«Não há uma forma única de ler bem, apesar de existir uma razão fundamental para ler. A informação é-nos infinitamente disponível, mas onde poderemos encontrar a sabedoria? [...] Ler bem é um dos grandes prazeres que a solidão nos pode proporcionar, porque é, pelo menos segunda a minha experiência, o prazer mais regenerador. [...] Este livro ensina como e porque ler, procedendo através de uma variedade de exemplos e de casos: poemas curtos e longos, contos, romances e textos dramáticos. [...] Virginia Woolf pensava incessantemente, e lia tanto quanto podia. Tinha vários conselhos para dar aos outros leitores, e eu, ao longo deste livro, segui-os com agrado. De todos, o melhor foi lembrar-nos de que "existe sempre um demónio em nós que murmura 'adoro', 'odeio', e não o podemos silenciar". Não posso silenciar o meu demónio, mas neste livro irei ouvi-lo apenas quando murmura "adoro", pois não tenho intenção de trazer para aqui polémicas. Quero apenas ensinar a ler.» H.B., in Prefácio