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Flauta de Luz Nº 5

LT017906
2018
AA.VV.

Autores Júlio Henriques
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€8
Mais detalhes
  • Ano
  • 2018
  • Código
  • LT017906
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 19,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 303

Descrição

Questão prévia: a Técnica não é neutra. Ela é mesmo a mais forte dimensão do poder no mundo actual, poder que congrega, totalmente imbricados, o Estado e as corporações empresariais. O desenvolvimento das novas tecnologias é um eufemístico heterónimo do capitalismo. E o presente fascínio com estas coisas é a forma contemporânea de uma interiorização mais densa e problemática das relações mercantilistas. Este número procura contribuir para tornar mais compreensível a relação profundamente contraditória entre o desenvolvimento demencial da tecnociência e a resistência inquebrantável dos povos indígenas aos ditames da cultura dominante, resistência esta cujas ramificações têm tudo a ver com a nossa própria condição de matéria-prima humana. Os trabalhos de colaboradores portugueses e internacionais detêm-se em diversos aspectos deste relacionamento discrepante, de que estão a surgir, em variados pontos do mundo, novas expressões da luta contra a domesticação dos indivíduos. De realçar, neste número, uma maior participação de colaboradores brasileiros, em texto e imagem, bem como de autores do Quebeque. Os trabalhos publicados incluem ensaio, literatura e poesia, e a revista atribui muita importância à fotografia, ao desenho e à pintura.

Flauta de Luz Nº 5

€8

LT017906
2018
AA.VV.
Autores Júlio Henriques
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 2018
  • Código
  • LT017906
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 19,00 x 24,00 x
  • Nº Páginas
  • 303
Descrição

Questão prévia: a Técnica não é neutra. Ela é mesmo a mais forte dimensão do poder no mundo actual, poder que congrega, totalmente imbricados, o Estado e as corporações empresariais. O desenvolvimento das novas tecnologias é um eufemístico heterónimo do capitalismo. E o presente fascínio com estas coisas é a forma contemporânea de uma interiorização mais densa e problemática das relações mercantilistas. Este número procura contribuir para tornar mais compreensível a relação profundamente contraditória entre o desenvolvimento demencial da tecnociência e a resistência inquebrantável dos povos indígenas aos ditames da cultura dominante, resistência esta cujas ramificações têm tudo a ver com a nossa própria condição de matéria-prima humana. Os trabalhos de colaboradores portugueses e internacionais detêm-se em diversos aspectos deste relacionamento discrepante, de que estão a surgir, em variados pontos do mundo, novas expressões da luta contra a domesticação dos indivíduos. De realçar, neste número, uma maior participação de colaboradores brasileiros, em texto e imagem, bem como de autores do Quebeque. Os trabalhos publicados incluem ensaio, literatura e poesia, e a revista atribui muita importância à fotografia, ao desenho e à pintura.