Prémio Pen Club 2007 e Prémio Jacinto Prado Coelho
«Perguntar o que é a tragédia significa aceitar a tradição, querer ver o que os outros viram e integrar isso numa mais ampla e não ingénua visão; perguntar o que é a tragédia significa, pois, aceitar a história, interpelando-a. De acordo com o que em cada visão se vê, o homem, em cada época, se faz gesto e pensamento; esse contínuo e renovado erguer-se, a si e ao mundo, é obra de cultura e a cultura é obra humana, rasto humano na poeira pelo tempo levantada. Perguntar o que é a tragédia é, então, cultura sobre cultura debruçando-se, revisitação, demanda prolongada do rosto do homem e da realidade que habita. A demanda move-se pelo desejo, e o desejo de ver, de conhecer, é a afortunada maldição da nossa condição de seres mortais».
José Pedro Serra licenciou-se em Filosofia em 1980, na Faculdade de Letras de Lisboa. No mesmo ano terminou o 5º ano do Curso de Teologia na Universidade Católica Portuguesa. Em 1989, obteve o grau de Mestre em Literatura Grega na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, defendendo a tese Dioniso. Aspectos do dionisismo na literatura grega. Em 1999, tendo defendido a tese “Pensar o trágico – categorias da tragédia grega”, obteve o grau de Doutor em Cultura Clássica na mesma Universidade. É membro docente do Departamento de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras de Lisboa, onde tem leccionado disciplinas na área do Grego, da Literatura Grega, do Teatro Antigo e da Cultura Clássica. Integra o Centro de Estudos Clássicos, onde coordena a linha de investigação sobre literatura e cultura gregas. Autor de conferências e artigos no âmbito da Filosofia, da Literatura e da Cultura Clássica, publicou “Pensar o Trágico”, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2006 (Prémio PEN na modalidade de Ensaio).
€18
Prémio Pen Club 2007 e Prémio Jacinto Prado Coelho
«Perguntar o que é a tragédia significa aceitar a tradição, querer ver o que os outros viram e integrar isso numa mais ampla e não ingénua visão; perguntar o que é a tragédia significa, pois, aceitar a história, interpelando-a. De acordo com o que em cada visão se vê, o homem, em cada época, se faz gesto e pensamento; esse contínuo e renovado erguer-se, a si e ao mundo, é obra de cultura e a cultura é obra humana, rasto humano na poeira pelo tempo levantada. Perguntar o que é a tragédia é, então, cultura sobre cultura debruçando-se, revisitação, demanda prolongada do rosto do homem e da realidade que habita. A demanda move-se pelo desejo, e o desejo de ver, de conhecer, é a afortunada maldição da nossa condição de seres mortais».
José Pedro Serra licenciou-se em Filosofia em 1980, na Faculdade de Letras de Lisboa. No mesmo ano terminou o 5º ano do Curso de Teologia na Universidade Católica Portuguesa. Em 1989, obteve o grau de Mestre em Literatura Grega na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, defendendo a tese Dioniso. Aspectos do dionisismo na literatura grega. Em 1999, tendo defendido a tese “Pensar o trágico – categorias da tragédia grega”, obteve o grau de Doutor em Cultura Clássica na mesma Universidade. É membro docente do Departamento de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras de Lisboa, onde tem leccionado disciplinas na área do Grego, da Literatura Grega, do Teatro Antigo e da Cultura Clássica. Integra o Centro de Estudos Clássicos, onde coordena a linha de investigação sobre literatura e cultura gregas. Autor de conferências e artigos no âmbito da Filosofia, da Literatura e da Cultura Clássica, publicou “Pensar o Trágico”, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2006 (Prémio PEN na modalidade de Ensaio).