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Contingência, ironia e solidariedade

Contingência, ironia e solidariedade

Richard Rorty
Disponib. - Por encomenda

€9
Mais detalhes
  • Ano
  • 1994
  • Colecção
  • Biblioteca de Textos Universitários
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • Nuno Ferreira da Fonseca
  • Código
  • LT001846
  • ISBN
  • 9789722317597
  • Detalhes físicos
  • Nº Páginas
  • 250

Descrição

Richard Rorty foi já considerado o "filósofo mais interessante da actualidade", e é, sem dúvida, um dos pensadores mais estimulantes e influentes do nosso tempo. Nesta obra ele analisa a tentativa, já presente no platonismo e no cristianismo, de fundir o público e o privado. Neste sentido são estudados por um lado autores como Marx, Mill, Dewey, Habermas ou Rawls, que se empenharam num esforço social e, por outro, Kierkegaard, Nietzsche, Baudelaire, Proust, Heidegger e Nabokov, expoentes de um certo individualismo. Rorty alerta-nos para a importância de considerarmos a complementaridade das duas perspectivas e sugere ainda a possibilidade de uma utopia liberal em que valores como a solidariedade não são antitéticos da imaginação e da sensibilidade.

Contingência, ironia e solidariedade

Contingência, ironia e solidariedade €9

Richard Rorty
Disponib. - Por encomenda

Mais detalhes
  • Ano
  • 1994
  • Colecção
  • Biblioteca de Textos Universitários
  • Idioma Original
  • Inglês
  • Tradutor
  • Nuno Ferreira da Fonseca
  • Código
  • LT001846
  • ISBN
  • 9789722317597
  • Detalhes físicos

  • Nº Páginas
  • 250
Descrição

Richard Rorty foi já considerado o "filósofo mais interessante da actualidade", e é, sem dúvida, um dos pensadores mais estimulantes e influentes do nosso tempo. Nesta obra ele analisa a tentativa, já presente no platonismo e no cristianismo, de fundir o público e o privado. Neste sentido são estudados por um lado autores como Marx, Mill, Dewey, Habermas ou Rawls, que se empenharam num esforço social e, por outro, Kierkegaard, Nietzsche, Baudelaire, Proust, Heidegger e Nabokov, expoentes de um certo individualismo. Rorty alerta-nos para a importância de considerarmos a complementaridade das duas perspectivas e sugere ainda a possibilidade de uma utopia liberal em que valores como a solidariedade não são antitéticos da imaginação e da sensibilidade.