• 966 316 945 *
  • Contactos

O existencialismo e a sabedoria das nações

LT019572
1967
Simone de Beauvoir

Editora Estampa
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

€10
Mais detalhes
  • Ano
  • 1967
  • Colecção
  • Clave
  • Tradutor
  • Manuel de Lima; Bruno da Ponte
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT019572
  • Detalhes físicos
  • Dimensões
  • 12,00 x 17,00 x
  • Nº Páginas
  • 135

Descrição

O homem procura sempre o seu próprio interesse, "A natureza humana nunca mudará", "Longe da vista, longe do coração", "Ninguém dá nada a ninguém", "Enquanto se é novo, é tudo muito bonito", "Não andamos cá para nos divertirmos"… Estes lugares comuns, estes dados adquiridos que constituem a sabedoria das nações, exprimem uma visão do mundo incoerente, cínica e omnipresente, que é preciso pôr em causa. É em nome deles, com efeito, que se censura ao existencialismo oferecer ao homem uma imagem de si próprio e da sua condição, determinada a desesperá-lo. Contudo, e bem pelo contrário, esta filosofia quer convencê-lo a recusar as consolações da mentira e da resignação: confia no homem.

O existencialismo e a sabedoria das nações

€10

LT019572
1967
Simone de Beauvoir
Editora Estampa
Idioma Português PT
Estado : Usado 4/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Em stock

Mais detalhes
  • Ano
  • 1967
  • Colecção
  • Clave
  • Tradutor
  • Manuel de Lima; Bruno da Ponte
  • Edição
  • 2
  • Código
  • LT019572
  • Detalhes físicos

  • Dimensões
  • 12,00 x 17,00 x
  • Nº Páginas
  • 135
Descrição

O homem procura sempre o seu próprio interesse, "A natureza humana nunca mudará", "Longe da vista, longe do coração", "Ninguém dá nada a ninguém", "Enquanto se é novo, é tudo muito bonito", "Não andamos cá para nos divertirmos"… Estes lugares comuns, estes dados adquiridos que constituem a sabedoria das nações, exprimem uma visão do mundo incoerente, cínica e omnipresente, que é preciso pôr em causa. É em nome deles, com efeito, que se censura ao existencialismo oferecer ao homem uma imagem de si próprio e da sua condição, determinada a desesperá-lo. Contudo, e bem pelo contrário, esta filosofia quer convencê-lo a recusar as consolações da mentira e da resignação: confia no homem.