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A economia portuguesa do século XX 1900-1925 xx

LT005663

Armando Castro

Editora Edições 70
Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
Encadernação : Brochado
Disponib. - Indisponível

€8
Mais detalhes
  • Código
  • LT005663

Descrição

Armando Fernandes de Morais e Castro (Porto, 18 de Julho de 1918 — 16 de Junho de 1999) foi um economista, advogado, historiador, investigador e professor universitário português. Nasceu em 18 de julho de 1918, no Porto. Filho de Irene Fernandes de Morais e Castro e de Amílcar Gonçalves de Morais e Castro, advogado e republicano, teve como irmãos Raúl Fernandes de Morais e Castro, Amílcar Fernandes de Morais e Castro e Irene Fernandes de Morais e Castro. Casou com Maria Virgínia Dias, de quem teve um filho Armando Augusto Dias de Morais e Castro. Licenciou-se em Ciências Jurídicas (1941) e em Ciências Político-Económicas (1942) pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi, desde 1935 até ao fim da sua vida, militante do Partido Comunista Português. Por razões exclusivamente políticas viu-se impedido de prosseguir a carreira académica, pelo que se viu obrigado a exercer a advocacia até à queda da ditadura ocorrida na Revolução de 25 de Abril de 1974.

A economia portuguesa do século XX 1900-1925 xx

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Idioma Português PT
Estado : Usado 5/5
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Armando Fernandes de Morais e Castro (Porto, 18 de Julho de 1918 — 16 de Junho de 1999) foi um economista, advogado, historiador, investigador e professor universitário português. Nasceu em 18 de julho de 1918, no Porto. Filho de Irene Fernandes de Morais e Castro e de Amílcar Gonçalves de Morais e Castro, advogado e republicano, teve como irmãos Raúl Fernandes de Morais e Castro, Amílcar Fernandes de Morais e Castro e Irene Fernandes de Morais e Castro. Casou com Maria Virgínia Dias, de quem teve um filho Armando Augusto Dias de Morais e Castro. Licenciou-se em Ciências Jurídicas (1941) e em Ciências Político-Económicas (1942) pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi, desde 1935 até ao fim da sua vida, militante do Partido Comunista Português. Por razões exclusivamente políticas viu-se impedido de prosseguir a carreira académica, pelo que se viu obrigado a exercer a advocacia até à queda da ditadura ocorrida na Revolução de 25 de Abril de 1974.